Blog · Web

Abandonando as redes sociais…

Quanto tempo você perdeu nas redes sociais?


Há pouco desativei meu Facebook. E não pretendo voltar mais lá. Das que usei, era a última rede em que eu estava; outrora havia excluído Twitter. LinkedIn é só para uso profissional, mesmo. Instagram nunca fui assíduo mesmo e a conta está lá, abandonada; Snapchat e outras, nunca usei.

Perdi muito tempo nesses sites. Pior é que devo ter criado, em torno de mim, uma imagem péssima. Não só eu, mas amigos também. Muitos deles, ainda presos por lá. Obcecados em ter/parecer ter razão.

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Batendo palmas pra maluco dançar: entre esquerdoidos e bolsominions

Eu já escrevi sobre malucos dos dias de hoje aqui no blog. E havia deixado este post em rascunho. Porém, hoje me deparei com esse texto do Rica Perrone e me senti motivado a ressuscitar este texto. Mas aqui vou tratar de um de outro tipo de doido.

O perfil de maluco que vou tratar aqui é o do political junkie. O viciado em política. O cara que fica o dia inteiro nas redes sociais compartilhando, curtindo e debatendo sobre política – geralmente para reforçar o seu ponto de vista ou então mostrar a hipocrisia e os possíveis erros e fracassos do outro lado.

Tecnologia · Web

Essas favelas virtuais chamadas redes sociais

Nas favelas, vemos gangues brigando, disputando territórios. Ou simples bate-bocas para ver quem tem razão. Nas redes sociais também.

De vez em quando ocorrem linchamentos perpetrados por moradores. É sabido que ocorrem justiçamentos feitos com as próprias mãos, onde o Estado não chega. Nas redes sociais, ou através delas, temos linchamentos também.

Sem falar que as donas de casa, desocupadas, matam o tempo conversando com as vizinhas sobre TV e novelas. E nas redes sociais há isso também.

Blog

Saímos da televisão e vamos para a internet falar sobre televisão

O brasileiro é mesmo um povo a ser estudado.

Olhando no Google Trends relativo ao ano de 2017 é possível aferir que o que mais se busca na internet brasileira é… informação sobre televisão. E principalmente aberta.

O Trends é um serviço gratuito do buscador voltado a informar quais são os termos mais buscados na atualidade, entre outros.

Impossível para mim não lembrar de Diogo Mainardi numa de suas colunas: o brasileiro assiste cada vez menos TV e usa mais internet. E qual o assunto da internet? A TV.

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Post4Fun!, um jeito de se criar posts chamativos na internet

Lancei ontem. Ainda está em desenvolvimento, é verdade. Vou adicionar mais recursos. Mas já dá para usar: Post4Fun!

É um jeito diferente de se criar posts para se compartilhar no Facebook ou Twitter, sem limite de caracteres, com fontes e cores diferentes. Também dá para usar para outros propósitos – a imagem de destaque deste post foi feito através da ferramenta. 🙂

Ele é basicamente isso. A ideia é ser simples e um pouco divertido, bem para distrair. Sem grandes pretensões.

Vou dividir este texto em duas seções, uma sobre o projeto (para usuários em geral) e outra sobre o desenvolvimento dele, para os “nerds”.

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“E aí??? Você é de direita ou é de esquerda!?” Examinando o mito da “polarização” nas redes sociais

Ontem eu estava assistindo ao Roda Viva com Hélio de la Peña. Eu quase nem ligo mais a TV, mas descobri que iria ter a entrevista durante o comercial e, como fã do grupo Casseta, fiquei para ver a entrevista.

O programa começou com o Augusto Nunes (Veja, Jovem Pan) fazendo uma pergunta sobre como se deu a mudança de carreira de Hélio, que fazia faculdade de engenharia antes de se tornar humorista. Foi uma pergunta interessante.

Depois vieram duas perguntas, uma vinda de uma jornalista do Estadão e outra de um do Valor Econômico. Ambas giraram em torno do mesmo assunto: racismo.

Eu, que não via o pessoal do Casseta & Planeta fazia tempos, fiquei frustrado com o rumo que o programa parecia estar tomando. Parecia que ali não estava um artista com mais de 30 anos de TV, mas um militante de movimento social cujo objetivo dos jornalistas era tentar “espremer” e denunciar o tripé machismo-racismo-homofobia no mundo. Vendo que o programa se tornaria uma grande timeline de Facebook, desliguei a TV.

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Aquele estranho país que tem o The New York Times como deus

Comprei dois livros recentemente: “Escuta Só“, do crítico de música Alex Ross, e “Antifrágil“, do Nassim Nicholas Taleb, com certeza um dos mais geniais pensadores vivos. O primeiro, Alex Ross, trabalhou no The New York Times; o segundo não, mas na capa da edição brasileira do livro é dada a ênfase de que o autor é o mesmo de “A Lógica do Cisne Negro“, que esteve na lista dos mais vendidos do… The New York Times.

Essas duas menções ao jornal norte-americano me relembraram o incrível respaldo que ele tem por estas terras antárticas. É muito comum você ver nas redes sociais alguém emitir opinião sobre determinado assunto – ou querer defender uma bandeira ideológica – e se amparar em algum link, artigo ou mesmo tweet ou post de Facebook de algum jornalista da publicação nova-iorquina.

Citar o NYT ou pensar igual a ele dá imediata aura de superioridade intelectual, sinal de cultura ou simplesmente (e principalmente, no caso de debates de internet) de se estar com a razão. “Veja, aqui está como no The New York Times, então estou certo e você não.”

Opinião · Web

A web da qual sinto falta

Sinto saudades da Web dos sites novos, dos blogs e wikis. A Web, hoje, estranhamente se reduziu a um parque de diversões em que acessamos só uns cinco sites.

Estou para escrever este post há cerca de um mês, inspirado neste texto ótimo do Gizmodo, em que o autor explicita os descaminhos que a Web tomou (se não quiser ler todo o texto comece a partir da parte “De volta para o futuro”).

Blog · Mídia

O meu “fim do mundo” para as redes sociais

Para mim já deu
Para mim já deu

Para mim, uma promessa de fim de ano que pretendo cumprir é de me ver livre das redes sociais.

Parece simples mas demanda muita força de vontade, pelo fato de que toda a Web hoje estar de fato na órbita dessas redes e dois cliques em qualquer site faz você se deparar com um botão de alguma rede, desde as mais populares às mais específicas.

Às vezes, invejo quem no trabalho é proibido de acessar as redes, ato que para mim é um tanto complicado por ter que estar atento ao que é feito na rede (martírio de alguém como eu que faz desenvolvimento de sites).

Blog · Vida

A paranoia da informação

Semana passada tomei uma atitude diferente: parar de usar (em demasia, ao menos) as redes sociais. Como já escrevi aqui anteriormente, trabalho com computador e tenho que ficar o dia inteiro aqui, e tenho sofrido para me concentrar, com tanta coisa inútil para se ver na Web.

Este texto foi quem me inspirou a começar isso. Tenho conseguido diminuir a frequência de tuítes, atualizações e, principalmente, o acesso a redes sociais, feeds RSS, sites de notícias em geral e etc. etc.

Redes sociais, tudo bem, mas por que notícias? Radicalismo? Não. Só penso que esta ideia de que se deve estar informado a todo tempo a respeito de tudo não passa de uma grande paranoia. Afinal, saber das “notícias”, inclusive das mais irrelevantes – disfarçadas de relevantes -, não acrescenta em nada.

Enfim, é isso. Vamos ver se consigo “desplugar” das redes de uma vez.

Opinião

O lado bom das redes sociais

Lixo na lixeira
Lugar de lixo é na lixeira.

Quando alguém quer depreciar a internet o indivíduo se utiliza, muitas das vezes, das redes sociais como exemplo. Sites como Orkut, Facebook, YouTube – há quem considere-a uma rede social -, e Twitter (sendo este último mais um microblogging do que rede social), um antro de futilidade, de perda de tempo.

Porém, as pessoas sempre pegam mais os lados negativos do que os positivos. Não há dúvidas que há muita bobagem na internet, o que, aliás, lança a questão: o que pode ser considerado fútil? Um blog em que um adolescente fala de sua vida pessoal? Sim, isto pode ser fútil de fato, assim como não ser, uma vez que o ato de escrever treina a criatividade e o raciocínio…

Bancando o advogado de defesa, este meu post pretende mostrar o “lado bom” desses sites chamados de “redes sociais”. A seguir:

  • Orkut/Facebook – além do chamado networking, é possível usar os fóruns (ou comunidades, no caso) para aprendizado e troca de informações. Além disso, existem redes específicas para divulgação de currículo – é o caso do LinkedIn.
  • Flickr – para quem não manja muito (ou não gosta) de blogs este site de fotos é uma boa para quebrar o galho e abrigar portfólio de designers e fotógrafos.
  • Twitter – excelente para divulgação de novidades. Como há o limite de 140 caracteres e é fácil obter uma razoável popularidade, o serviço de microblogging é útil quando queremos compartilhar links de sites e dicas.
  • Blogger/Wordpress – blogs grátis também são uma boa para divulgar novidades e exibir portfólio. É claro que dá para fazer muito mais com alguma criatividade, como gente que, buscando uma vaga de trabalho, lança mão de um blog para mostrar sua personalidade e conhecimento.

Enfim, não dá para ver só o lado obscuro da internet. Os sites estão aí para você fazer uso deles da maneira como você achar melhor. O excesso de inutilidade encontrado é fruto da liberdade que só a Web disponibiliza. É uma questão de se separar o joio do trigo.