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Atualização do Post4Fun! – logotipo e patterns

Atualizei o Post4Fun!, com novo logo e identidade visual. Foram criadas páginas no Facebook e Twitter, também.

O Post4Fun! é um projetinho simples que lancei em meados de janeiro último. É uma ferramenta para criação de textos em imagens, de maneira simples e direta. Para saber mais, explico neste post.

O logotipo novo (substituindo o anterior horroroso, feito às pressas) foi criado no Blender. Eu renderizei em estilo “isométrico” (ortográfico) e meio cartoon, acentuando os edges. E texturizei no Blender também, pintando via Texture Painting. Foi ótimo, principalmente para se tirar a ferrugem. Nem lembrava mais como usar o esquema de pintura no Blender! Felizmente um vídeo no YouTube ajudou.

Depois dei acabamento usando o Inkscape: Efeito de glow básico: duplicando o ícone 3D, jogando ele atrás e lançando mão da opacidade e desfoque. E, também, uso de tipografia descrevendo o nome do site. No Inkscape criei as imagens de perfil e capa do Facebook e Twitter. Tudo em ambiente Linux. Quem me conhece aqui pelo blog sabe que sou fã destes softwares há um bom tempo.

Blog

Da importância de se manter um diário

Estou lendo, no presente momento em que escrevo, o ótimo “O Ego É Seu Inimigo. Como Dominar Seu Pior Adversário“, de Ryan Holiday. Ao contrário do que se pode pensar, não se trata de um livro de autoajuda simples e banal; o autor se preza de abusar de referências históricas e de filósofos (principalmente estoicos) para defender o seu ponto de vista.

Cada capítulo é interessante e tem a mesma fórmula. O autor começa com uma história da vida real (de sucesso ou fracasso) e desenvolve a influência do ego na situação. Quero evitar spoilers, não só para evitar estragar a sua leitura (que recomendo fortemente), mas também para não fugir do foco deste post, que é outro: a importância de se escrever para se desenvolver as ideias e de se lutar contra o próprio ego.

Num dos capítulos Holiday discorre sobre um oficial do Exército americano da época da Guerra Civil que, independentemente do brilhantismo da sua estratégia militar, praticamente passou para a história como um desconhecido.

Em vez de correr atrás de méritos, prêmios e reconhecimento, ele conteve o ego e dedicou-se exclusivamente ao seu trabalho – que desempenho com incontestável sucesso.

O engraçado que, correndo na leitura, identifiquei como o ego me ludibriou e me fez tropeçar.

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Air Surfer, o game mobile que fiz – e nem publiquei

Sim, ano passado dediquei uns três meses (ou seriam quatro ou cinco? Nem lembro…) da minha vida ao desenvolvimento de um game para smartphones, mais precisamente para a plataforma Android.

Eram as vacas magras da Vórtice Internet e eu ficava muito tempo em casa, devido a problemas de saúde que também me atrapalhavam. E eu tinha estudado um monte de coisas sobre desenvolvimento de games e já tinha lido um bocado a respeito – Unity, 3dsmax, Blender, Flash… Não tinha saído de protótipos e rascunhos ainda, com a nada honrosa exceção de um game em Flash publicado no Kongregate, lá por volta de 2012.

Daí, não sei como e motivado por esse desejo de fazer alguma coisa, meio que buscando uma redenção, comecei um projeto no Unity. Destinado à mobile, pois entenderia que seria mais prático de se fazer e barato de produzir.

Vou relatar aqui um pouco do que aprendi e minha vivência fazendo ele.

Projetos · Vida

Mais projetos, menos opiniões

Meu blog ficou os últimos 3 anos parado. E em tese não senti necessidade de escrever alguma coisa. Por “alguma coisa” leia-se dar opiniões.

A bem da verdade é de que quando conheci a ferramenta de blog, por volta de 2007, senti que era muito interessante e legal ter um espaço para expor suas opiniões (para seus amigos, colegas de universidade e conhecidos, no contexto daquele ano em que estava no 3º ano da graduação em comunicação social.)

Hoje, com o Facebook, Twitter e Medium, entre outros, não vejo razão para tal.

Às vezes, me ocorre ideias para provocações, opiniões e espaços para o contraditório. Para para demonstrar isso o Facebook me basta. Três ou quatro parágrafos sem imagem, e lá mesmo recebemos, de maneira mais eficiente e com maior repercussão, respostas dos leitores. Estamos certos? Estamos errados? Não sei, o que acha? É por aí! Enfim, não há motivo para todo o espaço de um blog, um mecanismo mais completo e variado, que permite plugins, imagens e vídeos, entre tantos outros. A não ser que se leve isso para o lado profissional, mas eu nunca quis ser problogger.

Projetos…

O lado bom de deixar a palpitaria para esses espaços é que cada vez menos dou trela para ter opiniões ou responder as alheias. A idade nesse aspecto me fez bem – cada vez mais prezo os livros do que reservar um precioso espaço a fazer comentários rasteiros e passageiros sobre qualquer coisa.

Outro ponto de inflexão for ver que o meu post anunciando um projeto de módulo para Magento foi o post que obteve maior número de comentários: 70 até o momento, e contando. O que me deu a senha de que o caminho é este: dedicar o valioso tempo à projetos pessoais, à criatividade em si e de uma maneira geral – desenvolvimento de aplicações, games, ter um e-commerce (por que não?), sistemas etc. etc. -, em vez de me dedicar a bullshitagens de internet.

Talk is cheap, show me the code.

Sem falar da minha falta de paciência para textões. Em 2007 eu a tinha, pois era um jovem de vinte anos, assim como os mesmos jovens da mesma idade ou menos (ou mais, no âmbito da idade mental) tem hoje nos Facebooks da vida. E nessa época realmente damos uma dimensão desproporcional às nossas opiniões.

E por tudo isso eu já passei. Amém.

Créditos da imagem: Copyright: zhaolifang – https://www.vecteezy.com/vector-art/82749-people-with-speech-bubble-vector-background