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Sim, é possível viver de games

Numa thread no Reddit um desenvolvedor de games comenta sobre a experiência de ter se dedicado a criar um game mobile durante 2 anos e que ainda não deu grande retorno financeiro. O game está na casa do 150 downloads.

Realmente, mesmo quem já trabalhou com desenvolvimento (mesmo em outra área, como Web) ou é designer já deve ter vislumbrado de entrar no mercado de games. Manias como Pokemon Go e eventos como o BGS aqui no Brasil vira e mexe nos relembram desse mercado.

Porém, nos deixamos impressionar com games que se tornam hits. A verdade do fato é que milhares de jogos são lançados todo ano, em diversas plataformas – Steam, Play Store, etc. Não é tão fácil lançar um game que logo de cara vende milhões (a verdade é que isso é quase como ganhar na loteria…)

Lançar o seu jogo, depois de tanto tempo de trabalho e não lograr êxito pode ser desanimador. A vontade de desistir logo bate à porta. Tudo parecia só uma ilusão. Como assim? Em Indie Game: The Movie parecia tão fácil!…

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Deixe-me jogar! Quando é que os games começaram a ficar complicados

Não sei se sou eu; se envelheci ou os jogos que não foram feitos para mim. Mas alguém poderia me explicar quando é que os games começaram a ficar complicados?

Esse post começou inspirado na minha experiência inicial com RUINER. Comprei na Steam com desconto. Fui atraído pelo visual e por ser de tiro – dois elementos que me atraem num jogo.

Então iniciei. Cara, o que era aquilo? Já se tinha passado uma meia-hora no jogo e eu ainda estava vendo tutoriais. Aperte E para tal coisa. Aperte SPACE para outra coisa. Morreu, começa de novo – e lá vem os mesmos tutoriais: se não avançar eles voltam.

Você tem que fazer um mini-curso para jogar um jogo. Continue reading “Deixe-me jogar! Quando é que os games começaram a ficar complicados”

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Cansei de games superproduzidos

No final do ano passado eu adquiri, na promoção, o game DOOM 2016. Praticamente o “jogo do ano”. Um dos games mais aguardados do ano.

Já fazia um bom tempo que eu não jogava nada. Meses antes eu havia dispendido umas 40 horas jogando Broforce, um shoot and run 2D, estilo plataforma. De longe o melhor custo/benefício do ano. Nem R$ 15,00 me custou e tive horas e horas de jogatina.

Fui motivado no Doom pois havia jogado lá nos idos dos anos 90 o Doom 1 e Doom 2. Gostei muito de ambos. Saudosismo falou alto. E lá fui eu aproveitar o DOOM 2016 por R$ 75, ante R$ 200 de antes.

Mais de 70 GB para baixar, download terminado. E iniciei o game. Continue reading “Cansei de games superproduzidos”