Projetos · Software · Web

Atualização do Post4Fun! – logotipo e patterns

Atualizei o Post4Fun!, com novo logo e identidade visual. Foram criadas páginas no Facebook e Twitter, também.

O Post4Fun! é um projetinho simples que lancei em meados de janeiro último. É uma ferramenta para criação de textos em imagens, de maneira simples e direta. Para saber mais, explico neste post.

O logotipo novo (substituindo o anterior horroroso, feito às pressas) foi criado no Blender. Eu renderizei em estilo “isométrico” (ortográfico) e meio cartoon, acentuando os edges. E texturizei no Blender também, pintando via Texture Painting. Foi ótimo, principalmente para se tirar a ferrugem. Nem lembrava mais como usar o esquema de pintura no Blender! Felizmente um vídeo no YouTube ajudou.

Depois dei acabamento usando o Inkscape: Efeito de glow básico: duplicando o ícone 3D, jogando ele atrás e lançando mão da opacidade e desfoque. E, também, uso de tipografia descrevendo o nome do site. No Inkscape criei as imagens de perfil e capa do Facebook e Twitter. Tudo em ambiente Linux. Quem me conhece aqui pelo blog sabe que sou fã destes softwares há um bom tempo.

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Obtendo as teclas que estão sendo pressionadas ao mesmo tempo com Javascript e jQuery

Quem trabalha com desenvolvimento Web pode ter se deparado com a situação de precisar implementar algum comando via teclado, em estilo teclas de atalho, seja para recurso de acessibilidade ou para uma simples aplicação Web. Isso é possível, é fácil e basta algumas linhas de código Javascript.

Experimentando pela primeira vez o CodePen, resolvi escrever um tutorial simples a fim de explicar como implementar essa funcionalidade, com algumas poucas linhas de código. No exemplo uso a bilbioteca jQuery, além do JavaScript.

Desenvolvimento · Opinião

Você precisa MESMO usar um framework Web? Já considerou não precisar usar NENHUM?

Este post parte da resposta dada por Rasmus Lerdorf (um dos criadores da linguagem PHP) quando perguntado sobre o que achava dos frameworks PHP existentes no mercado. O vídeo da resposta está abaixo. Sim, está em inglês, mas ativando a legenda e se você souber um pouco em inglês entenderá algo da discussão:

Lerdorf responde que nem todo mundo precisa de um framework de propósito geral, pois, se por um lado o framework ajuda a não reinventar a roda, ao mesmo tempo ele vem com várias e várias coisas desnecessárias ao projeto, não inerentes à ele e que podem atrapalhar a performance da aplicação, por exemplo.

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Pequenos frascos, grandes perfumes: a “cauda longa”

Relendo um blog antigo sobre desenvolvimento de jogos, que costumava acompanhar anos atrás, lembrei do relato de um desenvolvedor leitor do blog, um postmortem, do seu game para celular. Era seu início na área, de forma independente, nas hora vagas. Ele conta como foi sua trajetória da produção ao lançamento de um game mobile, chamado Double Jumper, para Windows Phone.

O texto é do hoje longínquo 2012. O game é assumidamente tosco, mas o que mais me surpreendeu no relato foi o número de downloads conseguidos, logo de início, sem grandes investimentos ou propaganda. Ainda mais numa plataforma hoje defunta da Microsoft, que conseguiu em seu máximo ridículos 3% do mercado.

Li o texto na época, e confesso que, na ocasião, pouco entendi. Hoje, acho que entendo melhor o fenômeno em questão, e vejo por outra perspectiva.

Dicas & Tutoriais · Games · Unity

Unity no Linux: solucionando o problema de abrir arquivos no MonoDevelop

Quem se aventura experimenta a usar a engine de games Unity no Linux (seja Ubuntu ou Linux Mint) pode ter se deparado com o problema de instalar tudo certinho, porém ao tentar editar os scripts C# o MonoDevelop não abre. Você clica no menu de contexto do componente do gameobject, seleciona “Edit Script…” e a IDE, que deveria abrir o script não abre – não dá mensagem de erro, nem nada.

Fuçando na internet encontrei a resolução do problema. Foi um pouco difícil, uma vez que usar essa engine de jogos no Linux é pouco comum. Até porque a própria empresa que desenvolve a Unity não está focada na plataforma Linux, mas sim Windows e Mac OS X, sendo que a versão para o sistema do pinguim não passar de uma versão beta, com restrições.

Tentei outras soluções, como baixar uma versão do MonoDevelop via flatpak. Porém, não consegui localizar a pasta da instalação para poder apontar.

Depois de um tempo, graças à uma alma iluminada, consegui resolver o problema. Abaixo transcrevo a solução:

Livros · Web

Blogueiros que se tornaram (bons) escritores

Aconteceu de, recentemente, eu ler dois autores que, apesar das diferenças de temáticas dos seus livros, têm coisas em comum: são autores jovens, jovens, escreveram livros bem escritos e, principalmente, são “bichos” surgidos da internet. Blogueiros, enfim. São eles Ryan Holiday e Mark Manson.

Embora talvez ainda não seja uma constante, é cada vez mais comum autores começarem na internet da mesma maneira que muitos autores de antigamente começavam na grande imprensa, escrevendo crônicas ou artigos. Até porque a internet de hoje é a mídia impressa de ontem.

Abaixo listo alguns autores de livros que são figuras surgidas da internet, que começaram basicamente escrevendo em blogs – seja em blogs de grandes portais ou autônomos. Li os quatro e deixo uma breve descrição e opinião sobre eles. No fim do artigo deixo links de livros dos autores caso haja interesse.

Blog

Saímos da televisão e vamos para a internet falar sobre televisão

O brasileiro é mesmo um povo a ser estudado.

Olhando no Google Trends relativo ao ano de 2017 é possível aferir que o que mais se busca na internet brasileira é… informação sobre televisão. E principalmente aberta.

O Trends é um serviço gratuito do buscador voltado a informar quais são os termos mais buscados na atualidade, entre outros.

Impossível para mim não lembrar de Diogo Mainardi numa de suas colunas: o brasileiro assiste cada vez menos TV e usa mais internet. E qual o assunto da internet? A TV.

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Onde encontrar modelos 3D para download grátis

Seja para um projeto de games, para maquete virtual ou simplesmente prototipar, pode ser útil recorrer a sites de modelos 3D. Os melhores, lógico, são pagos: entre os que acho mais interessantes poderia citar o CGTrader.

Mas nem sempre o problema em questão demanda objetos 3D de alta qualidade – e, diga-se de passagem, caríssimos.

Aqui no artigo vou resenhar a respeito de algumas lojas que já usei. Espero que seja útil:

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E-mail grátis com domínio próprio: usando Zoho Mail

Existem ocasiões em que você pode lançar mão de uma hospedagem grátis e apontar um domínio próprio para ela. No entanto, a hospedagem de site é uma coisa; ter contas de e-mails com o mesmo domínio (ex.: fulano@dominioproprio.com) é outra.

Os mais antigos lembrarão que a Microsoft, via Hotmail, oferecia esse recurso gratuitamente. Porém ela desativou isso por volta de 2014. A opção seria pagar por um serviço de e-mails para tal recurso, e aí a melhor opção seria usar o G Suite da Google. Porém, criar e-mails com domínio próprio ainda é possível usando o serviço da Zoho Mail.

A Zoho Corporation é uma startup de matriz indiana, cujo produto principal é o Zoho Office – uma alternativa ao Office 365 e ao G Suite.

Blog · Projetos

Post4Fun!, um jeito de se criar posts chamativos na internet

Lancei ontem. Ainda está em desenvolvimento, é verdade. Vou adicionar mais recursos. Mas já dá para usar: Post4Fun!

É um jeito diferente de se criar posts para se compartilhar no Facebook ou Twitter, sem limite de caracteres, com fontes e cores diferentes. Também dá para usar para outros propósitos – a imagem de destaque deste post foi feito através da ferramenta. 🙂

Ele é basicamente isso. A ideia é ser simples e um pouco divertido, bem para distrair. Sem grandes pretensões.

Vou dividir este texto em duas seções, uma sobre o projeto (para usuários em geral) e outra sobre o desenvolvimento dele, para os “nerds”.

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“E aí??? Você é de direita ou é de esquerda!?” Examinando o mito da “polarização” nas redes sociais

Ontem eu estava assistindo ao Roda Viva com Hélio de la Peña. Eu quase nem ligo mais a TV, mas descobri que iria ter a entrevista durante o comercial e, como fã do grupo Casseta, fiquei para ver a entrevista.

O programa começou com o Augusto Nunes (Veja, Jovem Pan) fazendo uma pergunta sobre como se deu a mudança de carreira de Hélio, que fazia faculdade de engenharia antes de se tornar humorista. Foi uma pergunta interessante.

Depois vieram duas perguntas, uma vinda de uma jornalista do Estadão e outra de um do Valor Econômico. Ambas giraram em torno do mesmo assunto: racismo.

Eu, que não via o pessoal do Casseta & Planeta fazia tempos, fiquei frustrado com o rumo que o programa parecia estar tomando. Parecia que ali não estava um artista com mais de 30 anos de TV, mas um militante de movimento social cujo objetivo dos jornalistas era tentar “espremer” e denunciar o tripé machismo-racismo-homofobia no mundo. Vendo que o programa se tornaria uma grande timeline de Facebook, desliguei a TV.

Dicas & Tutoriais · Linux · Software

Turbinando seu Ubuntu Linux: dicas de como melhorar sua experiência com o sistema

Este post vai parecer um tanto contraditório. Mas a verdade é que, devido a um problema recente no meu Windows 10 que estava resultando em superaquecimento (a temperatura da minha CPU passava dos 70º C sem eu fazer nada…) e a consequente reinicialização da máquina, eu tive que dar um tempo e voltar a usar o Linux Mint que já havia no PC.

No entanto, passado tanto tempo usando só Windows eu fiquei incomodado com algumas diferenças. A oferta de programas deixa a desejar, o aspecto gráfico não é tão bom, etc. etc…

Daí dediquei algum tempo tentando melhorar minha experiência no sistema do pinguim nesses pontos. Vou listar aqui alguns links que considero úteis e dicas. Alguns artigos em inglês, outros em português. Os artigos focam a família Debian / Ubuntu / Mint, que são os sistemas mais usados em desktop (e a usada atualmente por este escriba, inclusive). A seguir:

Blog · Web

Caixas de comentários

Caixas de comentários. Elas surgiram com os blogs, e hoje estão espalhadas por toda a internet. O motor que fez o Facebook crescer foi a caixa de comentários, disponível em todo o post na rede e que alimenta discussões que fazem o povo voltar e voltar, gerando visitas para a rede social.

Hoje a seção mais movimentada é a caixa de comentários. As pessoas vão à ela sem mesmo ler a notícia. O importante é opinar…

Blog · Vida

Visionários de pés-de-barro…

Você já viu um visionário de pés-de-barro? É aquele sujeito que tem ótimas ideias, mas que na hora de executar ele perde o ânimo e desiste. Ou está toda hora mudando de planos, porque, tendo uma ideia, ele se cansa de pensar nela, de tanto remoer, e larga mão partindo para outra e outra ideia assim sucessivamente.

Com pés-de-barro faço alusão ao gigante de pés de barro, aquela lenda bíblica de que Nabucodonosor teria sonhado com um gigante com cabeça de ouro, mas devido aos pés feitos de argila ele logo se desmanchou.

Eu já me deparei com um sujeito que tinha ambições muito maiores do que si próprio. Foi numa iniciante agência digital pela qual passei, três anos atrás.

Projetos · Software · Trabalho

Revisão de expectativas

Como expliquei no post anterior, nos últimos dois meses estive empenhado em criar um CMS próprio. Ele seria usado para conter cupons de desconto de lojas de vestuário. A forma de monetização dele seria conter “deep links”, no estilo marketing de afiliados.

Depois de dois meses cheguei a conclusão que fui longe demais. Por que fazer um CMS próprio? Bem, eu usaria tecnologias novas que me pouparia custos. Mas como assim, investir em um modelo de negócios que nem foi testado por mim antes? Não estaria colocando a carroça na frente dos bois?

Sim, estaria. A bem da verdade é que comecei a estudar as tais tecnologias novas e, empolgado, “engatei uma quinta” e fui embora, desembestado. Esqueci as ideias e análises no livro “Traction” (ver no fim do post) que havia lido antes: começar pequeno e ir testando. Metade do tempo, sim, desenvolver produto, e outra metade na “tração” (ou seja, trabalhar para o negócio vingar).

Na virada do ano ocorreu-me o “estalo”. Caramba, o pêndulo foi longe demais. Eu estou desenvolvendo software pura e simplesmente sem entrar em jogo. E ainda não havia terminado, embora estivesse uns 40% pronto.