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Mudando as coisas

Não é novidade que o blog está paradão.

Isso se deve à dois fatores:

  1. Perdi o interesse de discutir ideias aqui no blog, de escrever opiniões, entre outras;
  2. Falta de interesse também de garimpar mais audiência para o site.

No entanto, tentarei manter o blog atualizado, mas de outra maneira: diferente de postar, vou usá-lo como mural de recados: vou postar aqui textos curtos com novidades e dicas rápidas, sem muito conteúdo. Pretendo manter um formulário de e-mails também e uma parte dedicada à portfólio (é assim que se escreve?).

Só para não parecer que não estou acrescentando nada, estou escrevendo um Wikilivro (seção da Wikipédia dedicada à livros e apostilas) sobre ActionScript. Trata-se de uma linguagem de programação para Adobe Flash, que é utilizada, em outras palavras, para dar mais “interatividade” (palavra tosca): enfim, criar jogos, programas que usam o Flash Player como este modelo de Photoshop online muito bacana, e outros (não confundir com os famosos programas Gmail, Google Agenda, Blogger: estes utilizam tecnologias gratuitas, como o JavaScript e HTML).

Já há uma boa série de artigos. Ainda estou aprendendo o ActionScript para dar uma incrementada nos trabalhos e currículo, e ao mesmo tempo que vou lendo e aprendendo escrevo os artigos (uma maneira diferente de aprender a coisa 😛 ).

Por fim, como puderam perceber, mudei o layout do site. Vou adaptar este (peguei já feito), mudando umas características, aportuguesando e personalizando o desenho.

Por enquanto é isso aí.

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Em breve, novas!

Devido ao fato de estar atulhado de coisas para fazer no computador, o que ocupa todo o  meu tempo disponível aqui, o site ficará sem um “post autoral” por mais um tempo.

Para que vocês não visitem o site à espera de novidades, recomendo que assinem o Feed RSS. Assim, vocês receberão um recado quando houver novidades.

Um abraço!

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Jornalismo do futuro: invente já o seu!

Usando  o Twitter um dia desses, lembrei de uma matéria na revista Superinteressante de julho que tratava sobre a cobertura dos casos sobre a morte de Michael Jackson e dos protestos no Irã na nova “rede social”. Foi atribuído ao Twitter o papel iniciador de um novo tipo jornalismo, muito melhor que o antigo.

Não sou jornalista (sou publicitário), e nem entendo muito do assunto, mas gostaria de saber a opinião de quem lê o blog sobre isso (acredito que boa parte dos que acessam o blog sejam da área).

Quando a internet surgiu, falaram que mudaria para sempre o jornalismo, pois as notícias agora seriam acessíveis de todo o lugar, gratuitamente. Anos atrás, atibuiam aos blogs, com sua agilidade e possibilidade de comentários, a função de criador do jornalismo do futuro. Agora, temos o Twitter 😛 .

Pois é, até agora, temos o jornalismo do futuro. Isto é, até não inventarem algo novo, que desbanque as mensagens em 140 caracteres. Coisa que é muito simples, pois, pela internet, e a custos baixos, consegue-se um alcance praticamente mundial.

Aí está: jornalismo do futuro. Invente já o seu!

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Eufemismos

eufemismos

No Senado e na Câmara, muita gente já foi – ou deveria ser, ou irá ser – cassada por “quebra de decoro parlamentar”.  Não me lembro da primeira vez que ouvi essa expressão na minha vida, mas na certa terá sido quando ainda era criança.

Quebra de decoro parlamentar é um eufemismo para um conjunto de crimes que desobedecem ao decoro parlamentar, ou seja, a conduta que deve ser adotada por deputados e senadores.

Mas não penso que só exista esta expressão “difícil” que permeia pelo país, seja na nossa política ou cotidiano. O José Simão, famoso colunista de humor da Folha de S. Paulo, lançou até um livro “No País da Piada Pronta”, que contém “verbetes” de tucanês, lulês e antitucanês. Para Simão, o tucanês é um “idioma usado quando a intenção é aumentar a importância daquilo que é dito ou mascarar a realidade com termos ‘difíceis'”.

Será que a razão de nosso país ter tantos problemas não advém dessa mania de diminuir o real tamanho dos problemas, de criar eufemismos não só na fala e escrita, mas de uma maneira geral? De fazer algo parecer aquilo que, de fato, não é? Será essa a origem de tanta impunidade?

Fica aí a sugestão.

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Programas bárbaros

Para dar um novo ânimo ao blog, vou montar um post menos autoral. Vou dar aqui dicas de programas legais que podem ser muito úteis.

No título, coloquei a palavra “bárbaro” em vez de “legal” porque, além de serem legais, a palavra bárbaro vem dos povos bárbaros, aqueles que aterrorizavam o Império Romano invadindo e conquistando territórios. O que isso tem a ver com os softwares? Bem, é que alguns que vou indicar são, além de gratuitos (alguns são open source, ou seja, se você souber de programação, pode estudá-los e alterá-los), são subversivos. Como assim? Sem mais lero-lero, indicações abaixo:

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Bits trabalhando

Pessoal, atendendo a pedidos, estou atualizando o blog, coisa que não fazia há umas duas semanas. Blogar ficou difícil porque para se fazer um bom post é preciso um pouco de paciência e tempo, e quando consigo isso, saio do computador, pois passo o dia inteiro à frente dele, pois, como sabem, meu negócio é trampar com web.

Enfim, deixo uma sugestão abaixo. É uma versão brasileira do vídeo Web 2.0 … The Machine is Us/ing Us, que se tornou praticamente um clássico dos vídeos feitos para web (em termos de conteúdo, é claro. Não dá para comparar em sucesso com fenômenos como Susan Boyle e outros trastes). A versão foi feita pelo LIDEC, laboratório da USP dedicado à inclusão digital.

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Frustração com os blogues

Tenho perdido o interesse na blogosfera. Minhas postagens está cada vez mais aborrecidas (ou aborrecedoras), chatas. Estão a minha cara, enfim huahau, 😀 .

Os blogs dos quais sou fã também parecem ter perdido aquela efervescência de antes – ou o leitor que vos escreve perdeu o encanto pelos blogues.

A verdade é que no antigo blog eu tinha uma característica mais atrevida, pois gozava de um certo anonimato e não tinha compromissos profissionais. Mas este site é diferente. Não posso mais fazer as brincadeiras que fazia antigamente. Por isso, posts sem graça.

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Muralhas de um centímetro

pensamento

Estava caminhando pelo corredor da escola onde estudei o primário e ginasial. Nas paredes, quadros pendurados, trabalhos feitos em cartolina, tinta, caneta e régua.

O primeiro trabalho era sobre o fundo do mar. Continha um fundo azul – representando o fundo do mar – com uma parte inferior, o fundo de terra. O restante da cena era povoada por peixes. Mas não só peixes simples: lulas, arraias, e até um tipo de água-viva se encontrava por lá. Uma subversão?

Cinco passos a diante, contemplo outro trabalho. Para minha frustração, feito da mesma maneira, com os mesmo símbolos e tons. E outro, e outro. Os trabalhos se repetiam, como que se não houvesse outra coisa que pudesse ser feita. Como numa missão militar, onde os subjugados não podem contestar a ordem recebida – devem apenas cumpri-la. Assim o fizeram.

Incrível que, mesmo saindo da escola há quase de 5 anos, as coisas continuam iguais. A mesma maneira de se fazer as coisas, sem nada que desenvolva o sujeito, enfim, que estimule a criatividade, a inteligência.

Essa observação me remeteu às lembranças de quando tinha que fazer esses trabalhos. Dogmas: o material sempre tinha que ser a cartolina, caneta. Os títulos sempre iguais: com uma forma, deveria ser escrito de início Trabalho sobre: “Trabalho sobre meio ambiente”, “Trabalho sobre Aids”. Para não extrapolar o espaço, era feita uma margem. Mas não uma margem de qualquer tamanho: sempre um centímetro de borda. Nunca mais, nunca menos. Se fosse escrever muito texto (quase uma regra), era recomendável escrever (sempre à mão) sobre papel almaço. O resultado era sempre tosco.

Eram quase ordens, ou com caráter de ordens. Na realidade cumpríamos tudo como autômatos. Lembro de um professor de faculdade ligado à pedagogia comentando como a imaginação das crianças é secada ao entrar na escola: na aula de arte, um aluno gostaria de pintar de azul; outra de vermelho; mas aí entrava o mestre e dizia: “não, não, tem que pintar de verde”. Ainda lembro de outro professor, de publicidade, explicou que uma porcentagem de quase 100% das crianças, antes de entrar na escola, são criativas; depois que entram, só um porcento sobra consegue manter a imaginação.

Isso não é difícil de constatar: afinal, quem não se lembra das coisas que fazia quando pequeno e hoje, já com uma idade avançada, não consegue mais se surpreender com nada?

Agora já tarde demais para perceber. O cérebro já foi reprogramado. Agora, é se contentar aceitando as coisas como são, em dar voltas numa prisão. Cercada por muralhas de um centímetro.

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O ataque sobre a pirataria

O governo federal apresentou um plano para o combate aos vários tipos de pirataria. Deverão investir dinheiro em propaganda, em postos, entre outras. Enfim, é mais um daqueles planos que irá usar dinheiro do contribuinte em um atitudes que não surtirão nenhum efeito.

A meta é concentrar ações de combate à pirataria em algumas regiões para declará-las “cidades livres de pirataria”.

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Com obstáculos

Pessoal, não é assim que pretendo manter o site/blog. Sei que é chato acessar aqui e não encontrar nada de novo.

Mas é que, nessa última semana, tive problemas com a internet (quase quatro dias desconectado, maldito Speedy), estive na expectativa (e consegui) um freelance e estou trabalhando numa reforma (não necessariamente nessa ordem)

Mas sobre o novo layout: ele já está pronto. Quando conseguir um bom espaço de tempo aliado ao fato de a internet funcionar, vou botar as coisas em ordem (e adicionar posts decentes).

At+

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Olá visitante!

Voltei! Depois de um breve período ausente (quase dois meses) aqui estou de volta.

A razão para a queda do site/blog anterior foi o fato de o dominio .blog.br (que nunca gostei) é de que estava utilizando um serviço de hospedagem gratuito. Estava tudo indo bem, quando tive que renovar o domínio junto ao Registro.br e ele não reconheceu os dados do serviço estrangeiro. Enfim, esquecendo esse papo, estarei presente nesse domínio (.com.br) durante um ano, daqui em diante.

Sobre minha situação atual:

Estou tentando ingressar no mercado atuando como web designer ou desenvolvedor web. Procurando free lances, meu desejo é atuar numa empresa, visto que a coisa não está tão fácil está impossível aqui no Guarujá.

Bom, se precisarem, ou sabem de alguém que precise de um site, falem comigo. Pago comissão 😉 !

Sobre site novo:

Já avisei no site anterior que o modo dos textos aqui será moderado (não haverá mais aquele estilo do Bem-bolado 😀 ). O blog ainda está “frio”: pretendo criar um layout bacana para ele (esqueça o “maço de cigarros” do site anterior).

antigo_layout

Enfim, é isso. Farei de tudo para manter o site atualizado e com coisas bacanas.

Um abraço!