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WordPress App para desktop: primeiras impressões

O pessoal do WordPress, CMS mais usado no mundo tanto para a construção de blogs como de grandes portais, lançou um aplicativo para uso em desktop.

Atualmente o app está disponível para sistemas desktop Windows (7+), Linux (tanto tarball como pacote Debian) e Mac OS X (10.9+).

Como tenho atualizado muito o blog recentemente e minha hospedagem deixa um bocado a desejar (barata e lenta) resolvi instalar para experimentar. E o resultado até agora é que estou bem satisfeito.

Imagem da tela do app WordPress enquanto crio este texto. #Inception :P
Imagem da tela do app WordPress enquanto crio este texto. #Inception 😛

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Avast Cleanup Premium: minhas primeiras impressões

Sou cliente da Avast, usando o antivírus Avast Internet Security há mais de quatro anos. Minha opinião usando o antivírus ao longo desse tempo é de que, mesmo ele não sendo considerado a melhor solução antivírus do mercado, entendo que tenho ótimo custo/benefício com a solução: nunca tive problemas graves de segurança usando Windows – do Win7 ao Win10 de hoje.

Hoje recebi um e-mail da Avast me sugerindo experimentar o seu mais novo lançamento, o Avast Cleanup Premium, seu utilitário para limpeza de PC e melhoria de desempenho. A sugestão vem a calhar: como usuário de longa data do CCleaner, soube recentemente dos gravíssimos problemas de segurança envolvendo o software. Daí minha predisposição a experimentá-lo.

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4 sites para você obter imagens grátis

Vira e mexe precisamos de imagens de qualidade, seja para fazer um trabalho de faculdade (publicidade, jornalismo ou design), para fazer mockups, protótipos ou bonecos, ou simplesmente para um post de Facebook, por exemplo.

Como sair por aí para fotografar com uma câmera semi-profissional não é um recurso ao alcance de todos o jeito é lançar mão de sites que ofereçam esse serviço. No entanto, sites como o Stockphotos, contendo imagens de altíssima qualidade aos montes, também cobram um bom preço por seus serviços. Daí o jeito é recorrer aos sites de imagens gratuitos.

Nesse post vou fazer uma análise de três sites, suas diferenças, com suas vantagens e desvantagens.

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A batalha pelo foco

Nunca tivemos tantas opções de trabalhos diferentes, tantas opções para se ganhar dinheiro. E no entanto nunca fomos tão dispersos…

Nunca se exigiu tantas capacidades como hoje em dia. Mas se tivesse que escolher uma como principal, seria foco.

Eu sei que isso parece “bullshitagem” de mundo corporativo. Mas não é. Odeio toda essa “bullshit” de mundo corporativo, de termos em inglês, busca por feedback, stakeholders, core business. Se você é como pode continuar a leitura do texto.

Pois bem: o que quero dizer é que hoje estamos numa constante batalha, meio que como cegos no tiroteio, por lados combatentes querendo nossa atenção. Redes sociais, blogs, aplicativos de celular com suas notificações, games, filmes e séries…

A grande dificuldade no meio disso tudo é se concentrar em uma coisa realmente importante para você e conseguir manter a atenção. É mantendo a atenção que lemos algum livro, criamos alguma coisa (um texto, artesanato, o que for), fazemos algo com produtividade e até o fim.

Atenção virou uma commoditie na era da nova economia. Todos querem a sua atenção: o Facebook, o WhatsApp, o Netflix, o Twitter, a loja Steam, os portais, os blogs. A fim de te manter neles eles fazem de tudo: notificações a toda hora, promoções irresistíveis, novidades instantâneas. Saímos do computador para ir direto para o celular. Do celular para o tablet. Do tablet para Smart TV.

A grande batalha do século 21 será a batalha pela atenção.

 

Crédito da imagem: Designed by kues1 / Freepik

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Quando comecei a programar…

Quando comecei a programar? Lembro como se fosse ontem. Dezesseis anos de idade (ou quatorze anos atrás…), segundo ano do curso técnico em processamento de dados.

Eu tinha tido lógica de programação no primeiro ano do colegial. E começaria a ver programação na prática no segundo ano (usando Pascal), porém naquelas férias de 2002/2003 eu ainda não sabia. Estava curioso demais para começar.

Daí, na curiosidade, já de férias no final de 2002, fui para o centro de São Paulo, de carona, ajudar o meu pai em um serviço da associação em que ele trabalhava. Ele precisava trazer brinquedos que seriam comprados na Rua 25 de março a fim de ser distribuídos gratuitamente para crianças carentes do bairro. E eu aproveitei para passar na Rua Santa Ifigênia, próxima dali, e reduto da informática na cidade.

Se hoje a Santa Ifigênia já parece uma bagunça imagine 15 anos atrás, com camelôs no meio da rua vendendo CDs aos montes e a iminência do “rapa” da polícia a todo momento. Todo tímido, paramos num rapaz que vendia CD-ROMs de tudo que era tipo: games, softwares, programas gráficos. Daí perguntei para ele se ele tinha o Visual Basic. Ele disse que não era assim, era preciso comprar o famigerado Visual Studio (naquela época, o 6.0) e ele viria junto (juntamente com o Visual C++, FoxPro etc.) Uns R$ 15 e comprei o VS 6.0, mais o AutoCAD 2000.

Visual Basic 6.0
Visual Basic 6.0 (Fonte: Wikipedia)

Meu interesse pelo Visual Basic veio de um livro que encontrei na biblioteca da escola, numa aula vaga. Lembro-me do nome do livro até hoje: “Visual Basic 6 para Leigos Passo a Passo” (e, sim, ainda está disponível para venda por aí). Me pareceu fácil e eu não tinha muito a ideia por onde começar a estudar programação. VB me pareceu fácil, uma sintaxe relativamente simples, e no Visual Studio bastaria arrastar e soltar os elementos numa janela que, pronto, lá estaria o programa visualmente falando.

Pois bem, software comprado e instalado no PC Itautec Celeron 2GHz (lento para danar), só me restava o material de estudo.

Então comecei a buscar nas lojas virtuais da época onde comprar o famigerado livro que vi na biblioteca da escola (a escola emprestava o livro apenas para os estudantes da faculdade.) Fui no Submarino e encontrei ele à venda. Imprimi o boleto, saiu em tinta verde porque não tinha tinta preta no cartucho e pedi para pagarem, pois eu nem sabia como pagar aquilo (!).

Chegando o livro lá fomos nós. Empolgado! Ficava encostado na cama lendo o dito-cujo para depois sentar na máquina e reproduzir. Eu estava lá e era lindo! Você colocava alguns elementos (botões, labels, textboxes), adicionava eventos via códigos Visual Basic e rodava – lá estava o programa funcionando!

Tudo muito simples, mas para um iniciante, era o que havia. Clica no botão, aparece a mensagem “Olá mundo!” em um MsgBox. Coisas do tipo.

Começando o segundo ano do colegial, lá viriam as aulas introdutórias de programação na prática. Usávamos Turbo Pascal, e no terceiro ano teríamos Borland Delphi (2004).

Em 2005 estava saturado da informática. No colégio tínhamos mais de uma dúzia de matérias por vez. Muitas provas, muitos trabalhos… E eu estava de saco cheio de estudar. Queria uma profissão em pudesse exercitar a criatividade e fui para a publicidade.

Logo oficial da linguagem Python
Logo oficial da linguagem Python (Fonte: https://www.python.org/community/logos/)

Voltei a mexer com programação em fins de 2007. Conheci Python. Em 2008 botei um blog usando Django. E voltei a programar, mas com foco em Web. Atribuo ao Python minha volta à programação. Com essa linguagem programar parecia divertido. Os códigos ficavam bonitos, tudo era fácil de se aprender e de se fazer… Daí estou nessa até hoje. E passei pelo PHP, WordPress, ActionScript com Flash, Magento, .NET, Xamarin e Ionic…


Depois de tudo isso, o que penso sobre programar:

Nunca imaginei, quando moleque, que passaria boa parte da minha vida com a cara enfiada num monitor, lidando com códigos. Já avaliei sair da área várias e várias vezes. Me dedicar a um trabalho que envolva mais criatividade, que fosse mais variado, que envolvesse um maior contato com pessoas… Tudo no lugar de passar 8 horas por dia na frente de um computador se debruçando sobre bugs e funcionalidades dentro de um prazo.

É verdade que programar não é só a parte chata de se trabalhar com TI, ter que lidar com códigos cagados de outrem, bugs incompreensíveis e a sensação de se estar obsoleto todo o tempo. Se você realmente for um apaixonado por programação provavelmente irá se dedicar às suas horas vagas aos seus projetos particulares.

No fundo, à despeito de qualquer desgosto que eu tenha tido, penso que programar não deixa de ser uma atividade criativa também. Ou pelo menos, deve ser encarada dessa forma: um jeito de se criar coisas novas que podem ser usadas. E ser vista assim principalmente por quem está começando, como fez aquele  menino de dezesseis anos do litoral de São Paulo que acabou de instalar uma IDE no seu computador e vai começar a jogar alguns programas na tela.