Projetos · Vida

Mais projetos, menos opiniões

Meu blog ficou os últimos 3 anos parado. E em tese não senti necessidade de escrever alguma coisa. Por “alguma coisa” leia-se dar opiniões.

A bem da verdade é de que quando conheci a ferramenta de blog, por volta de 2007, senti que era muito interessante e legal ter um espaço para expor suas opiniões (para seus amigos, colegas de universidade e conhecidos, no contexto daquele ano em que estava no 3º ano da graduação em comunicação social.)

Hoje, com o Facebook, Twitter e Medium, entre outros, não vejo razão para tal.

Às vezes, me ocorre ideias para provocações, opiniões e espaços para o contraditório. Para para demonstrar isso o Facebook me basta. Três ou quatro parágrafos sem imagem, e lá mesmo recebemos, de maneira mais eficiente e com maior repercussão, respostas dos leitores. Estamos certos? Estamos errados? Não sei, o que acha? É por aí! Enfim, não há motivo para todo o espaço de um blog, um mecanismo mais completo e variado, que permite plugins, imagens e vídeos, entre tantos outros. A não ser que se leve isso para o lado profissional, mas eu nunca quis ser problogger.

Projetos…

O lado bom de deixar a palpitaria para esses espaços é que cada vez menos dou trela para ter opiniões ou responder as alheias. A idade nesse aspecto me fez bem – cada vez mais prezo os livros do que reservar um precioso espaço a fazer comentários rasteiros e passageiros sobre qualquer coisa.

Outro ponto de inflexão for ver que o meu post anunciando um projeto de módulo para Magento foi o post que obteve maior número de comentários: 70 até o momento, e contando. O que me deu a senha de que o caminho é este: dedicar o valioso tempo à projetos pessoais, à criatividade em si e de uma maneira geral – desenvolvimento de aplicações, games, ter um e-commerce (por que não?), sistemas etc. etc. -, em vez de me dedicar a bullshitagens de internet.

Talk is cheap, show me the code.

Sem falar da minha falta de paciência para textões. Em 2007 eu a tinha, pois era um jovem de vinte anos, assim como os mesmos jovens da mesma idade ou menos (ou mais, no âmbito da idade mental) tem hoje nos Facebooks da vida. E nessa época realmente damos uma dimensão desproporcional às nossas opiniões.

E por tudo isso eu já passei. Amém.

Créditos da imagem: Copyright: zhaolifang – https://www.vecteezy.com/vector-art/82749-people-with-speech-bubble-vector-background

Projetos · Trabalho · Vida

Atualizando, e com novidades

Olá (se é que há alguém lendo neste momento.)

Depois de um longo período volto a atualizar este blog. 🙂

Apesar de todos os problemas, de um ano para cá (julho/2013 – julho/2014) minha vida melhorou. Eu voltei para São Paulo (estou morando no centro) e trabalhando como programador novamente (mas desta vez trabalhando com eCommerce – nada de Flash, como há três anos atrás). Voltei a fazer faculdade de sistemas, também. E, embora tenha dado, de início, uma pausa no negócio dos games, há poucos meses também retorno aos estudos, dessa vez jogando o AS3 fora e partindo para o Unity 3D. Enfim, eu tenho estudado mais a respeito desse negócio, lendo livros de assuntos relacionados e que poderão me ajudar a corrigir os erros do passado.

Sobre o meu trabalho, eu tenho atuado como desenvolvedor Magento. Sobre Magento fiz duas extensões e estou a caminho da terceira. Uma delas é a Magento “Preço Parcelado”, que serve para mostrar os preços em formas de parcelas – um recurso que o Magento não tem. E outra é uma extensão free que oferece o recurso “embrulhar para presente” (funcionalidade embutida disponível apenas na Magento Enterprise e extensões pagas), que ainda está em desenvolvimento.

Por enquanto, é isso. Em breve postarei mais novidades (assim espero.)

Vida

Apertar Reset

Realmente eu nem tenho atualizado o Twitter, Facebook & cia mais há cerca de um mês. Também percebi que pessoalmente tenho piorado bastante.

Faz muito tempo que não saio de casa, coisas que tenho que fazer (como agendar um dentista ou simplesmente sair por aí) eu procrastino demasiadamente – estou para fazer uma coisa faz quase um ano e ainda não tomei iniciativa. Socialmente então pior ainda, praticamente não tenho conversado mais com ninguém. Profissionalmente, então, vou bambo, mas ao menos não estou totalmente no zero.

Essa semana pretendo começar a virar o jogo ao meu favor. Sem lamuriar mais. Por isso até estou escrevendo, como uma forma de ver a mim como se fosse um espelho. E a imagem não está nada boa.

Eu pretendo continuar  com o blog, o projeto dos games eu pretendo agregar mais pessoas ao projeto e como algo mais secundário.

Estou com uma ideia, mais envolvendo hardware, tenho focado nele bem, estudado bastante e esboçado até um plano de negócio (ainda a completar). É isso, de uma nota de zero a dez diria que estou no 6, nada excelente mas também bem longe do mais próximo do fundo do poço em que cheguei, três anos atrás.

E com fé que ainda postarei boas novas por aqui. Abraços.

 

 

Blog · Vida

Sobre 2012 e 2013

O que vivi no ano de 2012? Foi um ano com altos e baixos, em que comecei bastante ingênuo e me iludi, achando que seria um ótimo ano.

Eu comecei experimentando lançar um selo de games indie, o estúdio Neoludo, em que até agora só foi lançado um (simples) jogo. O Pollus foi um projeto que comecei errado e pelo jeito terminarei errado. Minha vontade é começar um projeto de game mais adequado para as plataformas que pretendo atingir. Além disso, minha intenção é deixar o estúdio com cara estúdio mesmo: pretendo abrir a ideia para ilustradores, testers, idealistas em geral, entre outros, que querem lançar games e pretendem se juntar, pois faço o trabalho de desenvolvimento. No final do ano, assinei um serviço de cursos em vídeo e revistas de tecnologia e voltei a estudar inglês, sendo que nesta vez estou extremamente disciplinado e amadurecido, pretendendo chegar até o fim e ter proficiência.

Eu até consegui ganhar dinheiro esse ano, voltando a trabalhar ocasionalmente com o pessoal da agência da qual pedi demissão em 2011. Eu sei que é meio contraditório, mas realmente fiquei numa situação difícil, precisando de mais dinheiro (embora tenha feito um “pé de meia” antes de sair). Estou conseguindo balancear as duas coisas (projetos pessoais e freelas), e assim vou indo.

No plano pessoal, eu pretendo fazer uma coisa que adiei por anos e que hoje lamento muito.

Enfim, preciso fazer tudo aquilo que não fiz ou procrastinei: trocar ideias, participar de eventos, ter mais aplicação e planejamento. Repetir-me menos, insistir no que já deu certo e não querer reinventar a roda.

É isso o que aprendi para levar à 2013. Não gosto de fazer promessas de ano-novo e blablablá, mas só sei que terei que perseverar se quiser fazer de 2013 um ano melhor que este. Keep Calm and Carry On.

Rumo a 2013.