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Nassim Nicholas Taleb: Um funcionário é basicamente um “cão obediente e domesticado”

Tradução livre de artigo publicado na página do autor no LinkedIn. Também é um trecho do seu mais novo livro. Como leitor e fã dos livros de Taleb resolvi publicar essa versão em português. É um texto provocador, para refletir.

Só um adendo para não-conhecedores do autor: “pele em jogo”, largamente usada no artigo abaixo, é uma expressão que poderia ser traduzida como fazer coisas colocando o “seu” na reta, numa adaptação abrasileirada desse termo.


“Toda organização quer que um certo número de pessoas associadas a ela sejam privadas de certa parcela de sua liberdade. Como você possui essas pessoas? Primeiro, por condicionamento e manipulação psicológica; segundo, ajustando-os para ter alguma ‘pele em jogo’, forçando-os a ter algo significativo a perder se desobedecerem à autoridade. Na máfia as coisas são simples: homens mandados (ou seja, comandados) podem ser mortos se o capo suspeitar de falta de lealdade, com uma estadia transitória no porta-malas de um carro – e uma presença garantida do chefe em seus funerais. Para outras profissões, a ‘pele em jogo’ vem em formas mais sutis. Continue reading “Nassim Nicholas Taleb: Um funcionário é basicamente um “cão obediente e domesticado””

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Visionários de pés-de-barro…

Você já viu um visionário de pés-de-barro? É aquele sujeito que tem ótimas ideias, mas que na hora de executar ele perde o ânimo e desiste. Ou está toda hora mudando de planos, porque, tendo uma ideia, ele se cansa de pensar nela, de tanto remoer, e larga mão partindo para outra e outra ideia assim sucessivamente.

Com pés-de-barro faço alusão ao gigante de pés de barro, aquela lenda bíblica de que Nabucodonosor teria sonhado com um gigante com cabeça de ouro, mas devido aos pés feitos de argila ele logo se desmanchou.

Eu já me deparei com um sujeito que tinha ambições muito maiores do que si próprio. Foi numa iniciante agência digital pela qual passei, três anos atrás. Continue reading “Visionários de pés-de-barro…”

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Air Surfer, o game mobile que fiz – e nem publiquei

Sim, ano passado dediquei uns três meses (ou seriam quatro ou cinco? Nem lembro…) da minha vida ao desenvolvimento de um game para smartphones, mais precisamente para a plataforma Android.

Eram as vacas magras da Vórtice Internet e eu ficava muito tempo em casa, devido a problemas de saúde que também me atrapalhavam. E eu tinha estudado um monte de coisas sobre desenvolvimento de games e já tinha lido um bocado a respeito – Unity, 3dsmax, Blender, Flash… Não tinha saído de protótipos e rascunhos ainda, com a nada honrosa exceção de um game em Flash publicado no Kongregate, lá por volta de 2012.

Daí, não sei como e motivado por esse desejo de fazer alguma coisa, meio que buscando uma redenção, comecei um projeto no Unity. Destinado à mobile, pois entenderia que seria mais prático de se fazer e barato de produzir.

Vou relatar aqui um pouco do que aprendi e minha vivência fazendo ele. Continue reading “Air Surfer, o game mobile que fiz – e nem publiquei”

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Era uma vez a Vórtice Internet…

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Vão-se os clientes, ficam-se os cartões…

Aliás, ficaram muitos cartões. Com certeza mais de 900 cartões, do milheiro que encomendei, há mais de dois anos. Mais precisamente, maio de 2015.

Vórtice Internet…

Tudo começou meio que de repente. No solavanco. Tinha passado por uma experiência desagradável numa “agência digital”. Era uma mentira. Fui, ingenuamente, trabalhar nela e só descobri pressão absurda, desconfiança obsessiva, desonestidade, mentiras. Fiquei doente. Fiquei só o período de experiência. E me mandei, a fim de me salvar.

Daí, naquele ínterim, entre fins de maio e início de junho, lancei mão de uma MEI. Ou micro-empreendedor individual. Sonho antigo, esse, de próprio negócio. Também, naquela ocasião, foi meio por necessidade. Não via perspectiva de voltar a trabalhar em agência novamente, depois daquela experiência.

Minha ideia inicial era montar uma série de sites, começando por uma velha proposta: a de montar uma espécie de catálogo/site de busca e recomendação voltada para indexar lojas virtuais de vestuário e cosméticos. Tipo sites Buscapé e Zoom. Era o segmento que predominava no e-commerce brasileiro, em termos de volume de vendas e eu queria fazer algo muito parecido com o ShopStyle. O nome: Vórtice Internet.

Daí, mal influenciado por amigo designer, eu acabei transformando ela em agência digital… Me rendi ao caminho mais fácil de ir fazendo os sites estilo freelance. E lá vamos nós no esquema WordPress em sites institucionais, ganhando alguma coisa e torrando minha poupança dos tempos de funcionário durante um ano e meio.

Fiz lá uns três sites em WordPress, migração de site e outras bobagenzinhas. E-commerce sempre foi o desejado, devido aos valores, mas clientes “namoravam” a ideia e “rompiam o namoro” quando viam os orçamentos – que nem eram tão altos assim. Faltou empenho em fazer o negócio crescer, é verdade. Mas isso em grande parte devido a problemas de saúde que me acompanharam no período e desinteresse no modelo de negócio. Não, não ponho a culpa na situação do País, embora tenha me deparado com ela, vendo clientes sofrerem com perdas de projetos e de clientes.

E o fim…

Por fim, voltei para a “Matrix”, em fins de 2016, trabalhando numa agência em que ficaria só um mês (devido a problemas parecidos com que convivi na empresa anterior) para logo em seguida recomeçar em outro lugar bem melhor de se trabalhar.

E não se voltou mais a falar em Vórtice Internet. Sobrou pouca coisa. Nem site sobrou, o logo também perdi. O domínio eu renovei por mais um ano só para preservar.

Mas numa caixa de papelão dentro do armário ainda ficaram-se os cartões.

Vida

Alguma coisa aconteceu naquele agosto

Agosto. Sempre foi o meu “mês do azar”. Criei durante anos uma cisma com esse mês por causa de situações ruins que me ocorreram nele.

Pelo menos até 2010.

Eu estava mal, muito mal. Depressivo. Havia um ano e meio que eu havia me formado em comunicação, já havia deixado essa profissão de lado e estava na estrada, tentando me firmar como webdeveloper. Queria trabalhar com Web. Já no início de último ano faculdade passei a pensar nisso. Tinha estudado Python desde fins de 2007, colocando um blog em Django, com o domínio franciscoprado.blog.br por volta de 2008. Sites .com.br ainda não estavam disponíveis para pessoas físicas. Python fundiu minha cabeça: programar tinha voltado a ser uma coisa divertida para mim. Não imaginava que poderia ser assim – desde o técnico em informática no colegial achava que programar seria fazer sistemas desktop em Delphi ou VB6, monolíticos e sem graça. Mas com Python/Django agora tinha um site legal no ar.

Por volta de 2009 descobri o WordPress. Era incrível: bastava um ambiente Web, com PHP e MySQL, descomprimir e pronto, lá estava um blog “zerinho”. Expandir era fácil. Criar temas, que é a parte visual do site, também. Conheci o WordPress vendo anúncios de vagas de agências lá de Santos. Morava ainda em Guarujá.

E lá estava eu, tentando ser freelancer na área de Web. Meu primeiro site foi o da Sabpp. R$ 600 por um mês e meio de trabalho… O resultado foi tosco: minhas noções de design eram precárias, de WordPress também eram. Mas valentemente consegui colocá-lo no ar, aposentar o site antigo estático deles e dar um ambiente com painel de administração para o pessoal poder atualizar. Até hoje o site da Sabpp é um WordPress (atualizado e na terceira encarnação visual), com a minha participação nas três ocasiões.

Daí começou o tempo das vacas magras. Não sabia o que fazer. Lá por 2010 mandei e-mail marketing para uns políticos do Guarujá. Donos de jornais. “Podemos marcar uma reunião?”. Achavam muito caro. Meu orçamento na época não chegava a R$ 1000. Nada.

Enviei para lojistas do Shopping Jequiti, perto de casa. Dois responderam. Um ficou de marcar uma reunião, tentava e nunca fechava. Outro aceitou me receber, lá por junho de 2010. Era dono de casas noturnas (baladas), tinha uma na capital e outra no Jequiti. O escritório era na Vila Olímpia. E fui. Minha primeira vez indo sozinho para São Paulo. Era noite, tudo escuro, não entendia nada, aquele monte de prédios, trânsito, tudo novo para um caiçara que cresceu em ruas de areia.

O cara, dono da balada, me atendeu. Conversamos, ele curtiu e fiquei de apresentar um layout. Daí minha falta de profissionalismo na parte de design fez com que eu fosse rejeitado. Nunca mais me responderam.

Era julho de 2010. Sem trabalhos, emprego, dinheiro, nada. Ficava no Twitter me candidatando nos links postados pelo @trampos. Ainda nem existia a versão em site. Daí batendo cabeça me deparo com um freela no Twitter. Era para uma agência pequena do Bixiga. Eles tinham pego um site holandês em Adobe Flash, “decompilaram” ele (tipo uma engenharia reversa, abrir um código fechado) e estavam tentando adaptar para um cliente de bolsas deles. O site usava ActionScript 3.0. A versão 3.0 eles não sabiam como fazer, eu não tinha também muita experiência, tinha estudado a tecnologia um ano atrás e só. Um cara anterior tinha desistido do freela (talvez por ver o que teria que ser feito) e daí sobrou eu. Peguei. Não tinha escolha. Um corno job por excelência.

E isso foi a minha sorte. Bem, o código estava uma bosta. Lembro como se fosse ontem. Imagine você receber um site “decompilado”, o código estar todo zoado e ainda com nomes de variáveis e funções em holandês! Cobrei míseros R$ 500 por uma semana, acho, de trabalho. E lá estava eu, no frio do Guarujá, sozinho, na fé, tentando adaptar o site ao design da agência. Por quinhentos reais…

E mais uma vez, depois de um monte de cabeçadas e apertadas de F5, na tentativa-e-erro, emails para lá e para cá, mexe aqui, tenta assim Francisco por favor, lá estava o site com textos em português e com fotos de portfólio do cliente, como pedido!

Semanas depois a agência abriu vaga. Para Flash Developer. É para agência, contratação rápida. Eu tinha feito o freela para eles, mandei currículo e lembrei disso. Eles acharam legal, mas ficaram desconfiados, com razão. Eu estava no Guarujá, como iria para São Paulo tão rapidamente? Fui chamado para a entrevista, peregrinei por meia-hora entre a Av. Liberdade até chegar à Rua Treze de Maio. O Bixiga parecia o centro velho de Santos, um muquifo só, a tal agência ficava numa espécie de galpão num prédio residencial, por dentro tudo OK mas um monte de sapatos na sala da entrada, não entendia nada, meia-hora para ser entrevistado. Todo tímido, garanti que poderia entregar o que eles pediam. Falei que iria morar com parentes aqui em São Paulo, tudo beleza. Voltei pra casa no Guarujá.

Menos de uma semana eles enviariam um e-mail dizendo que me aceitariam. Estava sozinho em casa naquela manhã. Foi uma explosão de alegria! Não acreditava, eu estava empregado! Meu primeiro emprego na área… Ganharia um salário irrisório de R$ 1200, mas foda-se. Eu estava empregado. Adeus Guarujá, adeus dias frios chuvosos encastelado dentro de casa, depressivo, sozinho, esculhambado por ser considerado um inútil. Agora tinha um trabalho. E naquilo que eu queria fazer: trabalhar com Web.

Uns dois dias antes (uma sexta-feira) de eu ir para São Paulo começar no trabalho novo uma pessoa me liga em casa, pedindo ajuda para conectar o famigerado Speedy dele. Era um senhor que eu já tinha ajudado (ou tentado ajudar) antes. Sim, eu tentava quebrar uns galhos para ganhar uns trocados nesse período do Guarujá. Internet por lá era, é, um negócio deficiente de dar dó. Era o que tinha para se fazer por lá. Garanti que iria no começo da próxima semana, mas, não sei porquê, meio que no automático falei isso, sem me dar conta que estaria indo para São Paulo. Nem me dei conta de cancelar a visita.

E daí?

Fui ridicularizado várias vezes. Pelo salário, por ter que fazer viagens longas do Jaçanã até o Bixiga por um salário irrisório. “Você acha que vale a pena?”, “por que você não presta um concurso público?”, “volta a morar com a gente”. E lá estava eu, esmagado no metrô, três horas de viagem todos os dias para ir e voltar, com um salário que não dava para nada.

Eu fico imaginando pela primeira vez agora enquanto escrevo o que teria acontecido se eu tivesse calado a minha voz interior, abaixado a cabeça e recusado a oportunidade para me contentar atendendo o cara do Speedy, o caminho mais preguiçoso e fácil por ali. Continuando no Guarujá, estaria muito mal? Estaria desempregado até hoje? Não sei.

No momento estou no meu quarto emprego, participando de processos seletivos, incluindo em multinacional. Morando no centro de São Paulo, perto de onde tudo começou. Vou vivendo, trabalhando, pagando minhas contas, salário razoável, lendo meus livros e vendo meus filmes, passeando por aí e com um monte de projetos na cachola.

Dei muitas cabeçadas. Larguei emprego e tentei ser empreendedor de games – voltei a ficar depressivo nessa tentativa frustrada. Voltei para o Guarujá. Voltei para São Paulo. Trabalhei em lugares que não valeram a pena. Ganhei dinheiro. Perdi dinheiro. Montei uma espécie de agência com antigo amigo, com quem rompi. Não deu certo, o cara não era firmeza, fazer o quê.

E conheci gente legal. Conheci outras culturas. Pessoas viajadas, estudadas, muito diferentes das do que eu conheci no litoral. Ajudei empresas a terem um site. Visitei clientes, fiz contatos. Estudei e trabalhei com um monte de coisas: sites em Flash, blogs, portais, e-commerce, aplicativos mobile, SEO, desenvolvimento de games, programas 3D, front-end e back-end. Visitei lugares, comi em restaurantes bacanas, fui a bares legais. Convivi com designers gráficos. Profissionais de marketing. Analistas de sistemas. Tudo muito simples, mas visto com o olhar de quem tudo era novidade.

Tudo isso começou há sete anos. Dia 16 de agosto de 2010, quando comecei naquela agência que ficava num canto da Rua Treze de Maio, voltando cansado, à noite, cruzando a cidade estranha em metrôs e ônibus lotados, ganhando pouco, dormindo no quarto dos fundos e de favor.

E colocando a cabeça no travesseiro, com a satisfação de ter feito um bom trabalho e sonhando com os dias melhores que ainda estavam por vir.

Créditos da foto: Designed by Freepik

Projetos · Vida

Mais projetos, menos opiniões

Meu blog ficou os últimos 3 anos parado. E em tese não senti necessidade de escrever alguma coisa. Por “alguma coisa” leia-se dar opiniões.

A bem da verdade é de que quando conheci a ferramenta de blog, por volta de 2007, senti que era muito interessante e legal ter um espaço para expor suas opiniões (para seus amigos, colegas de universidade e conhecidos, no contexto daquele ano em que estava no 3º ano da graduação em comunicação social.)

Hoje, com o Facebook, Twitter e Medium, entre outros, não vejo razão para tal.

Às vezes, me ocorre ideias para provocações, opiniões e espaços para o contraditório. Para para demonstrar isso o Facebook me basta. Três ou quatro parágrafos sem imagem, e lá mesmo recebemos, de maneira mais eficiente e com maior repercussão, respostas dos leitores. Estamos certos? Estamos errados? Não sei, o que acha? É por aí! Enfim, não há motivo para todo o espaço de um blog, um mecanismo mais completo e variado, que permite plugins, imagens e vídeos, entre tantos outros. A não ser que se leve isso para o lado profissional, mas eu nunca quis ser problogger.

Projetos…

O lado bom de deixar a palpitaria para esses espaços é que cada vez menos dou trela para ter opiniões ou responder as alheias. A idade nesse aspecto me fez bem – cada vez mais prezo os livros do que reservar um precioso espaço a fazer comentários rasteiros e passageiros sobre qualquer coisa.

Outro ponto de inflexão for ver que o meu post anunciando um projeto de módulo para Magento foi o post que obteve maior número de comentários: 70 até o momento, e contando. O que me deu a senha de que o caminho é este: dedicar o valioso tempo à projetos pessoais, à criatividade em si e de uma maneira geral – desenvolvimento de aplicações, games, ter um e-commerce (por que não?), sistemas etc. etc. -, em vez de me dedicar a bullshitagens de internet.

Talk is cheap, show me the code.

Sem falar da minha falta de paciência para textões. Em 2007 eu a tinha, pois era um jovem de vinte anos, assim como os mesmos jovens da mesma idade ou menos (ou mais, no âmbito da idade mental) tem hoje nos Facebooks da vida. E nessa época realmente damos uma dimensão desproporcional às nossas opiniões.

E por tudo isso eu já passei. Amém.

Créditos da imagem: Copyright: zhaolifang – https://www.vecteezy.com/vector-art/82749-people-with-speech-bubble-vector-background

Projetos · Trabalho · Vida

Atualizando, e com novidades

Olá (se é que há alguém lendo neste momento.)

Depois de um longo período volto a atualizar este blog. 🙂

Apesar de todos os problemas, de um ano para cá (julho/2013 – julho/2014) minha vida melhorou. Eu voltei para São Paulo (estou morando no centro) e trabalhando como programador novamente (mas desta vez trabalhando com eCommerce – nada de Flash, como há três anos atrás). Voltei a fazer faculdade de sistemas, também. E, embora tenha dado, de início, uma pausa no negócio dos games, há poucos meses também retorno aos estudos, dessa vez jogando o AS3 fora e partindo para o Unity 3D. Enfim, eu tenho estudado mais a respeito desse negócio, lendo livros de assuntos relacionados e que poderão me ajudar a corrigir os erros do passado.

Sobre o meu trabalho, eu tenho atuado como desenvolvedor Magento. Sobre Magento fiz duas extensões e estou a caminho da terceira. Uma delas é a Magento “Preço Parcelado”, que serve para mostrar os preços em formas de parcelas – um recurso que o Magento não tem. E outra é uma extensão free que oferece o recurso “embrulhar para presente” (funcionalidade embutida disponível apenas na Magento Enterprise e extensões pagas), que ainda está em desenvolvimento.

Por enquanto, é isso. Em breve postarei mais novidades (assim espero.)

Vida

Apertar Reset

Realmente eu nem tenho atualizado o Twitter, Facebook & cia mais há cerca de um mês. Também percebi que pessoalmente tenho piorado bastante.

Faz muito tempo que não saio de casa, coisas que tenho que fazer (como agendar um dentista ou simplesmente sair por aí) eu procrastino demasiadamente – estou para fazer uma coisa faz quase um ano e ainda não tomei iniciativa. Socialmente então pior ainda, praticamente não tenho conversado mais com ninguém. Profissionalmente, então, vou bambo, mas ao menos não estou totalmente no zero.

Essa semana pretendo começar a virar o jogo ao meu favor. Sem lamuriar mais. Por isso até estou escrevendo, como uma forma de ver a mim como se fosse um espelho. E a imagem não está nada boa.

Eu pretendo continuar  com o blog, o projeto dos games eu pretendo agregar mais pessoas ao projeto e como algo mais secundário.

Estou com uma ideia, mais envolvendo hardware, tenho focado nele bem, estudado bastante e esboçado até um plano de negócio (ainda a completar). É isso, de uma nota de zero a dez diria que estou no 6, nada excelente mas também bem longe do mais próximo do fundo do poço em que cheguei, três anos atrás.

E com fé que ainda postarei boas novas por aqui. Abraços.