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Furando o bloqueio criativo: as estratégias oblíquas

Quem trabalha em algum tipo de profissão que envolva (alguma) criatividade – jornalistas, programadores, artesãos, músicos, etc. – com certeza já se deparou com uma situação em que você se sente num beco sem saída, em que as coisas simplesmente não fluem. Há um problema e é difícil de se encontrar uma solução; ou a solução não é ainda satisfatória.

No início dos anos 70 o músico e produtor inglês Brian Eno criou, juntamente com o artista Peter Schmidt, as “estratégias oblíquas”.

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Abandonando o Agile

Tradução livre de artigo escrito por Aaron Lazar no blog da Packt: https://hub.packtpub.com/abandoning-agile/

AVISO: o conteúdo do artigo não reflete necessariamente a minha opinião.


“Nós somos ‘Agile'”.

Esse é o tipo de frase que eu esperaria de um time de futebol, uma trupe de dançarinos de balé ou talvez de um artista marcial. Toda vez que ouço isso vindo da boca de um profissional de software, eu digo: “Ah cara, de novo não!”. Então aqui estou eu para falar sobre algo que pode tocar um nervo ou dois de um fã de metodologias ágeis. Eu estou falando se você deveria abandonar o Agile de uma vez por todas!

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O desenvolvimento Web está morrendo?

Tradução livre de artigo escrito por Richard Gall e publicado em:
https://hub.packtpub.com/is-web-development-dying/


Não é difícil encontrar pessoas perguntando se o desenvolvimento da web está morrendo. Uma pesquisa rápida gera perguntas no Quora, no Reddit e em outros fóruns. “O desenvolvimento web é uma profissão agonizante ou só tem um cheiro engraçado?”, pergunta um usuário do Reddit. Os suspeitos usuais no mundo do conteúdo (Forbes et al) responderam com seus próprios takes e pensam sobre se o desenvolvimento da web está morto. E por que eles, e não eu, por exemplo, nunca perderia a oportunidade de escrever algo com uma manchete estranha e provocativa de cliques. Então, o desenvolvimento web está morrendo ou simplesmente muito mal?

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Sobre o medo brasileiro de perder o emprego…

Uma pesquisa apontou que um dos maiores medos do brasileiro é o de ficar desempregado. Uma outra pesquisa apontou que a dependência financeira ou de alguém é um dos maiores temores, também.

Esse medo do brasileiro com relação ao desemprego surge devido ao fato de que se obter um emprego no Brasil é algo muito difícil. Daí, junto a questão da falta de renda, somando a questão de instabilidade econômica (única constante no Brasil), há o desespero de se chegar na merda total.

No momento em que escrevo estou tratando de um país com mais de 13 milhões de desempregados (número oficial – o real é bem maior), e mais de 60 milhões de inadimplentes – pessoas que de um mês para o outro não conseguem pagar suas contas mais básicas: luz, aluguel, etc.

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Revisão de expectativas

Como expliquei no post anterior, nos últimos dois meses estive empenhado em criar um CMS próprio. Ele seria usado para conter cupons de desconto de lojas de vestuário. A forma de monetização dele seria conter “deep links”, no estilo marketing de afiliados.

Depois de dois meses cheguei a conclusão que fui longe demais. Por que fazer um CMS próprio? Bem, eu usaria tecnologias novas que me pouparia custos. Mas como assim, investir em um modelo de negócios que nem foi testado por mim antes? Não estaria colocando a carroça na frente dos bois?

Sim, estaria. A bem da verdade é que comecei a estudar as tais tecnologias novas e, empolgado, “engatei uma quinta” e fui embora, desembestado. Esqueci as ideias e análises no livro “Traction” (ver no fim do post) que havia lido antes: começar pequeno e ir testando. Metade do tempo, sim, desenvolver produto, e outra metade na “tração” (ou seja, trabalhar para o negócio vingar).

Na virada do ano ocorreu-me o “estalo”. Caramba, o pêndulo foi longe demais. Eu estou desenvolvendo software pura e simplesmente sem entrar em jogo. E ainda não havia terminado, embora estivesse uns 40% pronto.

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Era uma vez a Vórtice Internet…

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Vão-se os clientes, ficam-se os cartões…

Aliás, ficaram muitos cartões. Com certeza mais de 900 cartões, do milheiro que encomendei, há mais de dois anos. Mais precisamente, maio de 2015.

Vórtice Internet…

Tudo começou meio que de repente. No solavanco. Tinha passado por uma experiência desagradável numa “agência digital”. Era uma mentira. Fui, ingenuamente, trabalhar nela e só descobri pressão absurda, desconfiança obsessiva, desonestidade, mentiras. Fiquei doente. Fiquei só o período de experiência. E me mandei, a fim de me salvar.

Daí, naquele ínterim, entre fins de maio e início de junho, lancei mão de uma MEI. Ou micro-empreendedor individual. Sonho antigo, esse, de próprio negócio. Também, naquela ocasião, foi meio por necessidade. Não via perspectiva de voltar a trabalhar em agência novamente, depois daquela experiência.

Minha ideia inicial era montar uma série de sites, começando por uma velha proposta: a de montar uma espécie de catálogo/site de busca e recomendação voltada para indexar lojas virtuais de vestuário e cosméticos. Tipo sites Buscapé e Zoom. Era o segmento que predominava no e-commerce brasileiro, em termos de volume de vendas e eu queria fazer algo muito parecido com o ShopStyle. O nome: Vórtice Internet.

Daí, mal influenciado por amigo designer, eu acabei transformando ela em agência digital… Me rendi ao caminho mais fácil de ir fazendo os sites estilo freelance. E lá vamos nós no esquema WordPress em sites institucionais, ganhando alguma coisa e torrando minha poupança dos tempos de funcionário durante um ano e meio.

Fiz lá uns três sites em WordPress, migração de site e outras bobagenzinhas. E-commerce sempre foi o desejado, devido aos valores, mas clientes “namoravam” a ideia e “rompiam o namoro” quando viam os orçamentos – que nem eram tão altos assim. Faltou empenho em fazer o negócio crescer, é verdade. Mas isso em grande parte devido a problemas de saúde que me acompanharam no período e desinteresse no modelo de negócio. Não, não ponho a culpa na situação do País, embora tenha me deparado com ela, vendo clientes sofrerem com perdas de projetos e de clientes.

E o fim…

Por fim, voltei para a “Matrix”, em fins de 2016, trabalhando numa agência em que ficaria só um mês (devido a problemas parecidos com que convivi na empresa anterior) para logo em seguida recomeçar em outro lugar bem melhor de se trabalhar.

E não se voltou mais a falar em Vórtice Internet. Sobrou pouca coisa. Nem site sobrou, o logo também perdi. O domínio eu renovei por mais um ano só para preservar.

Mas numa caixa de papelão dentro do armário ainda ficaram-se os cartões.

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Atualizando, e com novidades

Olá (se é que há alguém lendo neste momento.)

Depois de um longo período volto a atualizar este blog. 🙂

Apesar de todos os problemas, de um ano para cá (julho/2013 – julho/2014) minha vida melhorou. Eu voltei para São Paulo (estou morando no centro) e trabalhando como programador novamente (mas desta vez trabalhando com eCommerce – nada de Flash, como há três anos atrás). Voltei a fazer faculdade de sistemas, também. E, embora tenha dado, de início, uma pausa no negócio dos games, há poucos meses também retorno aos estudos, dessa vez jogando o AS3 fora e partindo para o Unity 3D. Enfim, eu tenho estudado mais a respeito desse negócio, lendo livros de assuntos relacionados e que poderão me ajudar a corrigir os erros do passado.

Sobre o meu trabalho, eu tenho atuado como desenvolvedor Magento. Sobre Magento fiz duas extensões e estou a caminho da terceira. Uma delas é a Magento “Preço Parcelado”, que serve para mostrar os preços em formas de parcelas – um recurso que o Magento não tem. E outra é uma extensão free que oferece o recurso “embrulhar para presente” (funcionalidade embutida disponível apenas na Magento Enterprise e extensões pagas), que ainda está em desenvolvimento.

Por enquanto, é isso. Em breve postarei mais novidades (assim espero.)