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Sim, o fim do Flash já tem data marcada. Meus dois centavos sobre o assunto: mitos, verdades e a Web de hoje

Soube recentemente que a Adobe já definiu uma data para o fim definitivo da tecnologia Flash. Ficou para 2020. Mas na prática ele já está morto há alguns anos – no meu ponto de vista, de quem trabalhou com Flash e AS3 por uns anos, ele começou a agonizar a partir de 2012, morrendo de vez lá por meados de 2013.

Quando digo “morrer de vez” quero dizer no sentido de surgimento de projetos novos – sites, games, animações interativas para Web. Em 2012 mesmo eu já me recordo de transpor um site simples em Flash para HTML (antigo e que rodasse no IE8, não HTML5).

Como alguém que trabalhou com a tecnologia e dedicou uns dois ou três anos à ela, a ponto de escrever alguns posts aqui no blog sobre, acho que deveria escrever algo a respeito. E cá estou. Vou dizer o que penso sobre tudo isso, a história do Flash, a imagem errada que se criou em torno dela e o que vem pela frente.

Marketing · Negócios · Tecnologia

Minha experiência com o programa de afiliados Amazon Associados

Semanas atrás comecei a fuçar a respeito de marketing de afiliados.

Caso você tenha caído nesse texto sem querer e não saiba do que se trata, o marketing de afiliados é uma forma de propaganda/venda que você pode fazer no seu site: colocando links ou banners de lojas que tenham programa de afiliados você pode fazer dinheiro quando um usuário, através do link/banner no seu site, efetue uma compra. Você ganha uma comissão por venda obtida.

Pois bem, o primeiro sistema de afiliados que resolvi experimentar foi o da maior empresa de e-commerce do mundo, Associados da Amazon.com.br.

No post vou fazer um breve resumo da minha experiência até agora usando ela aqui, neste blog WordPress.

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Air Surfer, o game mobile que fiz – e nem publiquei

Sim, ano passado dediquei uns três meses (ou seriam quatro ou cinco? Nem lembro…) da minha vida ao desenvolvimento de um game para smartphones, mais precisamente para a plataforma Android.

Eram as vacas magras da Vórtice Internet e eu ficava muito tempo em casa, devido a problemas de saúde que também me atrapalhavam. E eu tinha estudado um monte de coisas sobre desenvolvimento de games e já tinha lido um bocado a respeito – Unity, 3dsmax, Blender, Flash… Não tinha saído de protótipos e rascunhos ainda, com a nada honrosa exceção de um game em Flash publicado no Kongregate, lá por volta de 2012.

Daí, não sei como e motivado por esse desejo de fazer alguma coisa, meio que buscando uma redenção, comecei um projeto no Unity. Destinado à mobile, pois entenderia que seria mais prático de se fazer e barato de produzir.

Vou relatar aqui um pouco do que aprendi e minha vivência fazendo ele.

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Linux no Desktop deixou de fazer sentido

Anos atrás, Miguel de Icaza, velho conhecido da comunidade Linux por seus projetos (GNOME, Mono, entre outros), manifestou no seu blog pessoal porque ele largou mão do Linux Desktop em favor do MacOS X.

Entre outras questões, ele levantou a disparidade entre distribuições Linux e a falta de suporte às variadas plataformas por parte dos desenvolvedores de software.

Mas será isso basta para largar o Linux e voltar para o Windows (ou ir para o Mac)?

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Grandes startups, pequenos negócios…

Startups… O YouTube tem 12 anos e nunca deu lucro. Twitter também nunca de lucro. Assim como o Foursquare, Instagram, WhatsApp… Facebook sofre para conseguir alguma receita, isso porque não paga os produtos de conteúdo. Blogs do Tumblr tem bilhões de pageviews, mas a receita é de alguns milhões, o que dificulta as operações. O que dá errado? E por que tantas pessoas desejam seguir pelo mesmo caminho: monte uma startup, capte investimentos, fique rico vendendo ela?

Lembro um colega da empresa de tecnologia em que trabalhei, numa dessas conversas descompromissadas no retorno do almoço, que tudo o que ele gostaria de ter é uma grande ideia em que ele pudesse gerar milhões e milhões de dólares logo de uma vez e assim definitivamente não precisar mais voltar a trabalhar no velho esquemão CLT 8h/dia.

Realmente, é de se impressionar com as cifras que muitas startups com pouco tempo de vida movimentam, através dos seus investidores. O que atiça a imaginação de muita gente de tentar esse caminho. Tentador: um lugar legal, alguns programadores e designers e voilà, um produto diferente disponível na Web custando poucos reais em infraestrutura de nuvem.

Mas será que é tudo isso mesmo? É tudo tão simples assim?