Dicas & Tutoriais · Software

Testando seu site para mobile no Windows com Electric Mobile Studio 2012

Para quem desejaria testar os recursos de um navegador mobile sem precisar de um dispositivo (iPhone e iPad), mas sim diretamente do PC, fica aqui a dica do Electric Mobile Studio 2012.

Eu tenho o Electric Mobile Simulator Professional, que é o antecessor deste Studio (que ainda não experimentei). Nele é possível simular muitas características desses dispositivos, como eventos touch start e endgeolocalização (simulação de GPS), HTML5 local storage, SQL e IndexedDB, além de integração com Visual Studio e debug de Javascript (no caso da versão Studio, não a Simulator).

Eu sempre o uso para testar layouts e eventos, e me satisfez bastante. Recomendo, até pelo bom preço que paguei na licença.

Você pode comprar através do site, disponível apenas para Windows.

Dicas & Tutoriais · Game design · Software

Usando o Inkscape como Level Editor

No post sobre o meu projeto de jogo atual eu mencionei que iria deixar de lado o Level Editor in-game para usar uma forma mais ágil de criar as fases do jogo. A solução então que já tinha na cabeça foi a de adotar o Inkscape para isso.

Não poderia ter sido mais feliz. Com o Inkscape, além de tornar a edição dos níveis mais robusta, fácil e agradável, o esquema da programação se tornou extremamente simples, ao contrário do complicado e limitado (em boa parte pelo tamanho da janela do game em Flash) editor in-game.

Software

Scribus – impressões a respeito do programa de editoração opensource

Depois de uma postagem dedicada ao Gimp, vou descrever as impressões que tive a respeito de outro software código aberto, porém voltado a editoração eletrônica de documentos e bem menos popular: o Scribus.

Logo Scribus

Podemos dizer que o Scribus é um equivalente gratuito de programas como Adobe Indesign. Experimentei ele hoje, montando uma apostila de algumas páginas, usando fotos e texto. Tudo muito simples.

De início, me pareceu muito simples. Apesar de me bater com vários menus e janelas, para conseguir encontrar os recursos para formatações de imagens e textos, por exemplo, consegui me entender com o negócio. Ele se entende com vários formatos, incluindo SVG, Photoshop, EPS e HTML, e exporta arquivos em PDF, entre outros.

No entanto, percebi alguns bugs. Numa ocasião, o programa fechou sozinho devido a um erro no sistema. Em outra, a janela para seleção de imagem empacava. Mas enfim, nada que destrua a reputação do programa. Afinal, o Corel Draw, muito mais conceituado e pago, também tem seus problemas, como satirizado no funk abaixo, que rodou no Twitter semana passada:

Software

Gimp – impressões sobre o editor de imagens n.º 1 do Linux

Andei experimentando o Gimp 2.6 no Ubuntu Linux. Sou bem “noob” nos dois quesitos. Minha praia, afinal, é Photoshop no Windows (e olhe lá…). Mas, como sou entusiasta de software livre – uma das minhas esquisitices -, não resisti em testar.

Aí segue algumas opiniões a respeito do negócio, enquanto tentava bolar um desenho nele (notas de 1 até 3):

  • Interface: é razoavelmente diferente da do Photoshop. As abas ficam um tanto encavaladas no ambiente. Para isso existe o Gimpshop, que oferece um Gimp com cara de Photoshop. No entanto, não consegui rodá-lo no Ubuntu. Enfim, é uma questão de se acostumar. 
  • Ferramentas: senti falta das ferramentas de desenho do PS. Para desenhar um retângulo precisei usar ferramentas de seleção (é assim?!). Também tive dificuldade para lidar com gradientes. 
  • Partes separadas: um plugin de efeito travou. O Ubuntu ofereceu duas alternativas: ou forçar sair (fechar com tudo a janela do plugin) ou esperar o processamento. Ao forçar a saída não perdi o trabalho: apenas a parte referente ao plugin fechou.
  • Filtros / Efeitos: grande quantidade e são muito bons. Ainda não experimentei nem 50%, mas pelo visto supera os do PS.
  • Sistema: muito leve. Dispensa uma super-máquina. No entanto alguns plugins demandam um processamento grande.

Há outras característas boas e outras ruins, ao meu ver. Porém, “malhar” o programa demais é injustiço, visto que se trata de um opensource de uso gratuito. Acredito que se trata de uma boa solução para o caso de alternativas aos programas proprietários.