Projetos

CitZilla encerrado

Ontem encerrei o projeto CitZilla, que havia iniciado meses atrás.

A bem da verdade é que o projeto já nasceu velho. Eu continuei ele meio que por questão de honra – dispendi 99% do tempo no desenvolvimento do CMS. Mas foquei errado. Deveria ter focado na ideia, testado primeiro, e não desenvolver algo do zero.

É claro que o saldo não é de todo negativo: aprendi coisas novas (framework Phalcon, banco de dados MongoDB). Também vi como utilizar webscraping para obter conteúdo da internet; eu usava scripts escritos em Python a fim de obter dados da internet e assim atualizar o site de maneira automatizada.

Estou concentrado em outras iniciativas, mas fica aqui o registro só para efeito de lembrança.

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CitZilla lançado

Lancei, no último dia 16 de maio, o site CitZilla.

O projeto tem como finalidade agrupar cupons de desconto, promoções e similares, mostrando ele a partir de um mapa baseado na localização do usuário (usando geolocalização).

No momento ele está voltado ao público americano. Então, acessando aqui do Brasil, você não verá de cara promoções por perto. Só acessando por cidades, no rodapé da página.

Ainda está em versão beta, como se vê no logo. Confesso que não caprichei muito em aspectos visuais ainda, pois o lado backend do projeto me tomou enorme tempo – mais precisamente cerca de 5 meses (!).

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Post4Fun!, primeiro mês

Há cerca de um mês eu lançava na internet o modesto projeto Post4Fun!.

De início, sabia que ele não iria ter um boost nos acessos. Já deveriam ter projetos semelhantes na Web. Fiz no espírito de querer brincar de fazer algo novo. Usei o velho WordPress como CMS, com um tema pronto e apenas criando um plugin para gerar as imagens e salvá-las como post. A criação de imagens é feita usando a biblioteca Pixi.js.

O site está hospedado no Vultr. Lancei uma VM facilmente, já com ambiente LEMP instalado. A Vultr está até agora garantino uma boa performance por um bom preço ($ 5/mês). Quanto a isso, nada a reclamar – só a elogiar. 🙂

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Atualização do Post4Fun! – logotipo e patterns

Atualizei o Post4Fun!, com novo logo e identidade visual. Foram criadas páginas no Facebook e Twitter, também.

O Post4Fun! é um projetinho simples que lancei em meados de janeiro último. É uma ferramenta para criação de textos em imagens, de maneira simples e direta. Para saber mais, explico neste post.

O logotipo novo (substituindo o anterior horroroso, feito às pressas) foi criado no Blender. Eu renderizei em estilo “isométrico” (ortográfico) e meio cartoon, acentuando os edges. E texturizei no Blender também, pintando via Texture Painting. Foi ótimo, principalmente para se tirar a ferrugem. Nem lembrava mais como usar o esquema de pintura no Blender! Felizmente um vídeo no YouTube ajudou.

Depois dei acabamento usando o Inkscape: Efeito de glow básico: duplicando o ícone 3D, jogando ele atrás e lançando mão da opacidade e desfoque. E, também, uso de tipografia descrevendo o nome do site. No Inkscape criei as imagens de perfil e capa do Facebook e Twitter. Tudo em ambiente Linux. Quem me conhece aqui pelo blog sabe que sou fã destes softwares há um bom tempo.

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Post4Fun!, um jeito de se criar posts chamativos na internet

Lancei ontem. Ainda está em desenvolvimento, é verdade. Vou adicionar mais recursos. Mas já dá para usar: Post4Fun!

É um jeito diferente de se criar posts para se compartilhar no Facebook ou Twitter, sem limite de caracteres, com fontes e cores diferentes. Também dá para usar para outros propósitos – a imagem de destaque deste post foi feito através da ferramenta. 🙂

Ele é basicamente isso. A ideia é ser simples e um pouco divertido, bem para distrair. Sem grandes pretensões.

Vou dividir este texto em duas seções, uma sobre o projeto (para usuários em geral) e outra sobre o desenvolvimento dele, para os “nerds”.

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Revisão de expectativas

Como expliquei no post anterior, nos últimos dois meses estive empenhado em criar um CMS próprio. Ele seria usado para conter cupons de desconto de lojas de vestuário. A forma de monetização dele seria conter “deep links”, no estilo marketing de afiliados.

Depois de dois meses cheguei a conclusão que fui longe demais. Por que fazer um CMS próprio? Bem, eu usaria tecnologias novas que me pouparia custos. Mas como assim, investir em um modelo de negócios que nem foi testado por mim antes? Não estaria colocando a carroça na frente dos bois?

Sim, estaria. A bem da verdade é que comecei a estudar as tais tecnologias novas e, empolgado, “engatei uma quinta” e fui embora, desembestado. Esqueci as ideias e análises no livro “Traction” (ver no fim do post) que havia lido antes: começar pequeno e ir testando. Metade do tempo, sim, desenvolver produto, e outra metade na “tração” (ou seja, trabalhar para o negócio vingar).

Na virada do ano ocorreu-me o “estalo”. Caramba, o pêndulo foi longe demais. Eu estou desenvolvendo software pura e simplesmente sem entrar em jogo. E ainda não havia terminado, embora estivesse uns 40% pronto.

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Era uma vez a Vórtice Internet…

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Vão-se os clientes, ficam-se os cartões…

Aliás, ficaram muitos cartões. Com certeza mais de 900 cartões, do milheiro que encomendei, há mais de dois anos. Mais precisamente, maio de 2015.

Vórtice Internet…

Tudo começou meio que de repente. No solavanco. Tinha passado por uma experiência desagradável numa “agência digital”. Era uma mentira. Fui, ingenuamente, trabalhar nela e só descobri pressão absurda, desconfiança obsessiva, desonestidade, mentiras. Fiquei doente. Fiquei só o período de experiência. E me mandei, a fim de me salvar.

Daí, naquele ínterim, entre fins de maio e início de junho, lancei mão de uma MEI. Ou micro-empreendedor individual. Sonho antigo, esse, de próprio negócio. Também, naquela ocasião, foi meio por necessidade. Não via perspectiva de voltar a trabalhar em agência novamente, depois daquela experiência.

Minha ideia inicial era montar uma série de sites, começando por uma velha proposta: a de montar uma espécie de catálogo/site de busca e recomendação voltada para indexar lojas virtuais de vestuário e cosméticos. Tipo sites Buscapé e Zoom. Era o segmento que predominava no e-commerce brasileiro, em termos de volume de vendas e eu queria fazer algo muito parecido com o ShopStyle. O nome: Vórtice Internet.

Daí, mal influenciado por amigo designer, eu acabei transformando ela em agência digital… Me rendi ao caminho mais fácil de ir fazendo os sites estilo freelance. E lá vamos nós no esquema WordPress em sites institucionais, ganhando alguma coisa e torrando minha poupança dos tempos de funcionário durante um ano e meio.

Fiz lá uns três sites em WordPress, migração de site e outras bobagenzinhas. E-commerce sempre foi o desejado, devido aos valores, mas clientes “namoravam” a ideia e “rompiam o namoro” quando viam os orçamentos – que nem eram tão altos assim. Faltou empenho em fazer o negócio crescer, é verdade. Mas isso em grande parte devido a problemas de saúde que me acompanharam no período e desinteresse no modelo de negócio. Não, não ponho a culpa na situação do País, embora tenha me deparado com ela, vendo clientes sofrerem com perdas de projetos e de clientes.

E o fim…

Por fim, voltei para a “Matrix”, em fins de 2016, trabalhando numa agência em que ficaria só um mês (devido a problemas parecidos com que convivi na empresa anterior) para logo em seguida recomeçar em outro lugar bem melhor de se trabalhar.

E não se voltou mais a falar em Vórtice Internet. Sobrou pouca coisa. Nem site sobrou, o logo também perdi. O domínio eu renovei por mais um ano só para preservar.

Mas numa caixa de papelão dentro do armário ainda ficaram-se os cartões.

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Mais projetos, menos opiniões

Meu blog ficou os últimos 3 anos parado. E em tese não senti necessidade de escrever alguma coisa. Por “alguma coisa” leia-se dar opiniões.

A bem da verdade é de que quando conheci a ferramenta de blog, por volta de 2007, senti que era muito interessante e legal ter um espaço para expor suas opiniões (para seus amigos, colegas de universidade e conhecidos, no contexto daquele ano em que estava no 3º ano da graduação em comunicação social.)

Hoje, com o Facebook, Twitter e Medium, entre outros, não vejo razão para tal.

Às vezes, me ocorre ideias para provocações, opiniões e espaços para o contraditório. Para para demonstrar isso o Facebook me basta. Três ou quatro parágrafos sem imagem, e lá mesmo recebemos, de maneira mais eficiente e com maior repercussão, respostas dos leitores. Estamos certos? Estamos errados? Não sei, o que acha? É por aí! Enfim, não há motivo para todo o espaço de um blog, um mecanismo mais completo e variado, que permite plugins, imagens e vídeos, entre tantos outros. A não ser que se leve isso para o lado profissional, mas eu nunca quis ser problogger.

Projetos…

O lado bom de deixar a palpitaria para esses espaços é que cada vez menos dou trela para ter opiniões ou responder as alheias. A idade nesse aspecto me fez bem – cada vez mais prezo os livros do que reservar um precioso espaço a fazer comentários rasteiros e passageiros sobre qualquer coisa.

Outro ponto de inflexão for ver que o meu post anunciando um projeto de módulo para Magento foi o post que obteve maior número de comentários: 70 até o momento, e contando. O que me deu a senha de que o caminho é este: dedicar o valioso tempo à projetos pessoais, à criatividade em si e de uma maneira geral – desenvolvimento de aplicações, games, ter um e-commerce (por que não?), sistemas etc. etc. -, em vez de me dedicar a bullshitagens de internet.

Talk is cheap, show me the code.

Sem falar da minha falta de paciência para textões. Em 2007 eu a tinha, pois era um jovem de vinte anos, assim como os mesmos jovens da mesma idade ou menos (ou mais, no âmbito da idade mental) tem hoje nos Facebooks da vida. E nessa época realmente damos uma dimensão desproporcional às nossas opiniões.

E por tudo isso eu já passei. Amém.

Créditos da imagem: Copyright: zhaolifang – https://www.vecteezy.com/vector-art/82749-people-with-speech-bubble-vector-background

Aplicativos · Mobile · Projetos

Weesify, meu primeiro aplicativo mobile

Depois de mais de 3 anos desde meu último post, eis que volto a atualizar o blog!

Lancei sábado passado – mais precisamente dia 29 de julho – meu primeiro aplicativo mobile: chama-se Weesify.

Ele é um simples app, de uma tela só, em que você controla a alternância de conexão do wifi do seu smartphone/celular. Por exemplo, quero que meu celular fique ligado 10 minutos em ciclos de 20 minutos desligado. Ele fica ligado 10 minutos, depois fica desligado durante 20, voltando a ser religado nesse momento por mais 10 minutos, e assim sucessivamente. Também é possível manter o funcionamento do sistema desligado por um determinado intervalo de horas – se eu quiser que o wifi não seja ligado entre as 22h e as 7h, por exemplo.

Como funciona

A ideia por trás dele é simples, e fiz porque achei que seria útil ao menos para mim. Uso o Weesify principalmente nos fins de semana, que não vejo necessidade de ficar com o wifi ligado a toda hora, pois não recebo tantas notificações e também porque não quero (gosto de reservar os fins de semana para outras coisas fora da tecnologia, como ler, ver filmes, passear etc.), mas também é bom ter em alguns momentos ligados só para receber notificações de Messenger e WhatsApp.

 

 

Fiz esse app para fins profissionais (obtenção de conhecimento). Eu usei Xamarin para desenvolvê-lo, que usa C#. Já havia estudado C# alguns anos atrás, que aprendi para o fim de usar a game engine Unity.

Também fiz o aplicativo para matar a minha curiosidade de saber como funciona o desenvolvimento e publicação de aplicativos. Ele só está para Android devido ao fato de eu poder controlar o wifi via código.

Atualmente está na versão 1.0 e não sei se darei continuidade. Depende muito da recepção e popularidade dele. Mas não penso de me tornar conhecido com ele ou de ganhar dinheiro – como disse, fiz a finalidade de conhecimento, meu uso e portfólio.

Mas se te interessar, por gentileza instale-o e me dê sua avaliação. Ficarei grato! 🙂

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Projetos · Trabalho · Vida

Atualizando, e com novidades

Olá (se é que há alguém lendo neste momento.)

Depois de um longo período volto a atualizar este blog. 🙂

Apesar de todos os problemas, de um ano para cá (julho/2013 – julho/2014) minha vida melhorou. Eu voltei para São Paulo (estou morando no centro) e trabalhando como programador novamente (mas desta vez trabalhando com eCommerce – nada de Flash, como há três anos atrás). Voltei a fazer faculdade de sistemas, também. E, embora tenha dado, de início, uma pausa no negócio dos games, há poucos meses também retorno aos estudos, dessa vez jogando o AS3 fora e partindo para o Unity 3D. Enfim, eu tenho estudado mais a respeito desse negócio, lendo livros de assuntos relacionados e que poderão me ajudar a corrigir os erros do passado.

Sobre o meu trabalho, eu tenho atuado como desenvolvedor Magento. Sobre Magento fiz duas extensões e estou a caminho da terceira. Uma delas é a Magento “Preço Parcelado”, que serve para mostrar os preços em formas de parcelas – um recurso que o Magento não tem. E outra é uma extensão free que oferece o recurso “embrulhar para presente” (funcionalidade embutida disponível apenas na Magento Enterprise e extensões pagas), que ainda está em desenvolvimento.

Por enquanto, é isso. Em breve postarei mais novidades (assim espero.)

Portfólio · Projetos

Primeiro post – iniciando 2013

Primeiro post de 2013, vamos lá:

  • Sim, o site Neoludo saiu do ar. Explicando rápido: eu não renovei o domínio porque eu não havia comprado ele através do meu nome, mas de uma empresa. Minha intenção seria adquirir um novo, tipo “neoludogames” ou “neoludostudio”. Mas enfim, o mais importante também é que pretendo remodelar o visual dele, abandonado o formato blog para deixar portfólio, e com design responsivo também.
  • Estou desenvolvendo um novo game, como expliquei no fim de 2012. Estou começando ele como mobile (adaptando a jogabilidade dele), mas vou lançar versões de teste por aqui e em fóruns como o Gamebrain. Em outras palavras, seguir como se deve: testando, iterando, mudando, corrigindo… para chegar a um final bacana.
  • Este ano também comecei um hobby: hardware livre com Arduino.
  • E tenho que ir mais depressa, porque estou devagar.
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Sobre o “Pollus”, um jogo de ação casual que estou desenvolvendo

Bem, na realidade gostaria de falar sobre o projeto que estou tocando, o jogo de codinome “Pollus”.

Sobre o nome: na realidade esse nome bobo provavelmente será o definitivo, pelo fato de querer um nome que não significasse outra coisa (ou seja, fosse único) e de fácil pronúncia e lembrança por aí. Sei lá, talvez dê na cabeça de lançar uma enquete ou mudar geral, mas vou deixar isso por último…

Enfim, sem delongas, o jogo será casual (ou seja, não será um game AAA suuuuper ferrado de 3D e IA, mas sim daquele gênero de games simplificados e divertidos seguido por equipes pequenas indie, como é o meu caso). Inicialmente será lançado na Web usando a plataforma Flash, e posteriormente para PC e, se não for dispendioso demais, lançá-lo para mobile (iOS e Android). Vou buscar patrocinadores através de portais ou do FGL (mais viável), mas se não rolar irei de Google AdSense (for Games) ou MochiMedia mesmo.