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Post4Fun!, primeiro mês

Há cerca de um mês eu lançava na internet o modesto projeto Post4Fun!.

De início, sabia que ele não iria ter um boost nos acessos. Já deveriam ter projetos semelhantes na Web. Fiz no espírito de querer brincar de fazer algo novo. Usei o velho WordPress como CMS, com um tema pronto e apenas criando um plugin para gerar as imagens e salvá-las como post. A criação de imagens é feita usando a biblioteca Pixi.js.

O site está hospedado no Vultr. Lancei uma VM facilmente, já com ambiente LEMP instalado. A Vultr está até agora garantino uma boa performance por um bom preço ($ 5/mês). Quanto a isso, nada a reclamar – só a elogiar. 🙂

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Atualização do Post4Fun! – logotipo e patterns

Atualizei o Post4Fun!, com novo logo e identidade visual. Foram criadas páginas no Facebook e Twitter, também.

O Post4Fun! é um projetinho simples que lancei em meados de janeiro último. É uma ferramenta para criação de textos em imagens, de maneira simples e direta. Para saber mais, explico neste post.

O logotipo novo (substituindo o anterior horroroso, feito às pressas) foi criado no Blender. Eu renderizei em estilo “isométrico” (ortográfico) e meio cartoon, acentuando os edges. E texturizei no Blender também, pintando via Texture Painting. Foi ótimo, principalmente para se tirar a ferrugem. Nem lembrava mais como usar o esquema de pintura no Blender! Felizmente um vídeo no YouTube ajudou.

Depois dei acabamento usando o Inkscape: Efeito de glow básico: duplicando o ícone 3D, jogando ele atrás e lançando mão da opacidade e desfoque. E, também, uso de tipografia descrevendo o nome do site. No Inkscape criei as imagens de perfil e capa do Facebook e Twitter. Tudo em ambiente Linux. Quem me conhece aqui pelo blog sabe que sou fã destes softwares há um bom tempo.

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Post4Fun!, um jeito de se criar posts chamativos na internet

Lancei ontem. Ainda está em desenvolvimento, é verdade. Vou adicionar mais recursos. Mas já dá para usar: Post4Fun!

É um jeito diferente de se criar posts para se compartilhar no Facebook ou Twitter, sem limite de caracteres, com fontes e cores diferentes. Também dá para usar para outros propósitos – a imagem de destaque deste post foi feito através da ferramenta. 🙂

Ele é basicamente isso. A ideia é ser simples e um pouco divertido, bem para distrair. Sem grandes pretensões.

Vou dividir este texto em duas seções, uma sobre o projeto (para usuários em geral) e outra sobre o desenvolvimento dele, para os “nerds”.

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Revisão de expectativas

Como expliquei no post anterior, nos últimos dois meses estive empenhado em criar um CMS próprio. Ele seria usado para conter cupons de desconto de lojas de vestuário. A forma de monetização dele seria conter “deep links”, no estilo marketing de afiliados.

Depois de dois meses cheguei a conclusão que fui longe demais. Por que fazer um CMS próprio? Bem, eu usaria tecnologias novas que me pouparia custos. Mas como assim, investir em um modelo de negócios que nem foi testado por mim antes? Não estaria colocando a carroça na frente dos bois?

Sim, estaria. A bem da verdade é que comecei a estudar as tais tecnologias novas e, empolgado, “engatei uma quinta” e fui embora, desembestado. Esqueci as ideias e análises no livro “Traction” (ver no fim do post) que havia lido antes: começar pequeno e ir testando. Metade do tempo, sim, desenvolver produto, e outra metade na “tração” (ou seja, trabalhar para o negócio vingar).

Na virada do ano ocorreu-me o “estalo”. Caramba, o pêndulo foi longe demais. Eu estou desenvolvendo software pura e simplesmente sem entrar em jogo. E ainda não havia terminado, embora estivesse uns 40% pronto.

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Era uma vez a Vórtice Internet…

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Vão-se os clientes, ficam-se os cartões…

Aliás, ficaram muitos cartões. Com certeza mais de 900 cartões, do milheiro que encomendei, há mais de dois anos. Mais precisamente, maio de 2015.

Vórtice Internet…

Tudo começou meio que de repente. No solavanco. Tinha passado por uma experiência desagradável numa “agência digital”. Era uma mentira. Fui, ingenuamente, trabalhar nela e só descobri pressão absurda, desconfiança obsessiva, desonestidade, mentiras. Fiquei doente. Fiquei só o período de experiência. E me mandei, a fim de me salvar.

Daí, naquele ínterim, entre fins de maio e início de junho, lancei mão de uma MEI. Ou micro-empreendedor individual. Sonho antigo, esse, de próprio negócio. Também, naquela ocasião, foi meio por necessidade. Não via perspectiva de voltar a trabalhar em agência novamente, depois daquela experiência.

Minha ideia inicial era montar uma série de sites, começando por uma velha proposta: a de montar uma espécie de catálogo/site de busca e recomendação voltada para indexar lojas virtuais de vestuário e cosméticos. Tipo sites Buscapé e Zoom. Era o segmento que predominava no e-commerce brasileiro, em termos de volume de vendas e eu queria fazer algo muito parecido com o ShopStyle. O nome: Vórtice Internet.

Daí, mal influenciado por amigo designer, eu acabei transformando ela em agência digital… Me rendi ao caminho mais fácil de ir fazendo os sites estilo freelance. E lá vamos nós no esquema WordPress em sites institucionais, ganhando alguma coisa e torrando minha poupança dos tempos de funcionário durante um ano e meio.

Fiz lá uns três sites em WordPress, migração de site e outras bobagenzinhas. E-commerce sempre foi o desejado, devido aos valores, mas clientes “namoravam” a ideia e “rompiam o namoro” quando viam os orçamentos – que nem eram tão altos assim. Faltou empenho em fazer o negócio crescer, é verdade. Mas isso em grande parte devido a problemas de saúde que me acompanharam no período e desinteresse no modelo de negócio. Não, não ponho a culpa na situação do País, embora tenha me deparado com ela, vendo clientes sofrerem com perdas de projetos e de clientes.

E o fim…

Por fim, voltei para a “Matrix”, em fins de 2016, trabalhando numa agência em que ficaria só um mês (devido a problemas parecidos com que convivi na empresa anterior) para logo em seguida recomeçar em outro lugar bem melhor de se trabalhar.

E não se voltou mais a falar em Vórtice Internet. Sobrou pouca coisa. Nem site sobrou, o logo também perdi. O domínio eu renovei por mais um ano só para preservar.

Mas numa caixa de papelão dentro do armário ainda ficaram-se os cartões.