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Vale a pena ter um Kindle?

Tive um Kindle Paperwhite por dois anos. Antes, eu tive um e-reader de fabricação nacional, que se quebrou sozinho em meses. Fiquei com uma péssima impressão sobre e-readers até me dar uma segunda chance e tentar o gadget da Amazon.

O Kindle é um excelente aparelho. A experiência da leitura com ele (velocidade e usabilidade) me surpreenderam e removeram aquela velha impressão.

Mas aqui não quero falar dos predicados do aparelho. Mas sim tecer um breve comentário e ajudar o leitor a saber se ele tem o perfil de quem poderia usar um Kindle. Continue reading “Vale a pena ter um Kindle?”

Desenvolvimento · Opinião

Você precisa MESMO usar um framework Web? Já considerou não precisar usar NENHUM?

Este post parte da resposta dada por Rasmus Lerdorf (um dos criadores da linguagem PHP) quando perguntado sobre o que achava dos frameworks PHP existentes no mercado. O vídeo da resposta está abaixo. Sim, está em inglês, mas ativando a legenda e se você souber um pouco em inglês entenderá algo da discussão:

Lerdorf responde que nem todo mundo precisa de um framework de propósito geral, pois, se por um lado o framework ajuda a não reinventar a roda, ao mesmo tempo ele vem com várias e várias coisas desnecessárias ao projeto, não inerentes à ele e que podem atrapalhar a performance da aplicação, por exemplo. Continue reading “Você precisa MESMO usar um framework Web? Já considerou não precisar usar NENHUM?”

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“E aí??? Você é de direita ou é de esquerda!?” Examinando o mito da “polarização” nas redes sociais

Ontem eu estava assistindo ao Roda Viva com Hélio de la Peña. Eu quase nem ligo mais a TV, mas descobri que iria ter a entrevista durante o comercial e, como fã do grupo Casseta, fiquei para ver a entrevista.

O programa começou com o Augusto Nunes (Veja, Jovem Pan) fazendo uma pergunta sobre como se deu a mudança de carreira de Hélio, que fazia faculdade de engenharia antes de se tornar humorista. Foi uma pergunta interessante.

Depois vieram duas perguntas, uma vinda de uma jornalista do Estadão e outra de um do Valor Econômico. Ambas giraram em torno do mesmo assunto: racismo.

Eu, que não via o pessoal do Casseta & Planeta fazia tempos, fiquei frustrado com o rumo que o programa parecia estar tomando. Parecia que ali não estava um artista com mais de 30 anos de TV, mas um militante de movimento social cujo objetivo dos jornalistas era tentar “espremer” e denunciar o tripé machismo-racismo-homofobia no mundo. Vendo que o programa se tornaria uma grande timeline de Facebook, desliguei a TV.

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Blog · Opinião

O mito do planejamento

O problema do Brasil é falta de planejamento. O brasileiro não planeja. Para montar um negócio de sucesso é preciso planejamento. Se tivesse planejado antes… Quem nunca ouviu que tudo é uma questão de planejamento?

A primeira vez que fui dar uma real importância ao planejamento – mas com base, e não simplesmente vindo da boca para fora de alguém -, foi em 2015, durante um evento no Sebrae.

O tal evento reunia pessoas que estavam interessadas ou já tinham um e-commerce. Eu estava começando a Vórtice Internet. Achei que indo lá poderia ter alguma chance de trocar uma figurinha, apresentar meu trabalho, obter contatos. Daí o apresentador do evento deu uma palestrinha de cerca de uma hora e meia.

O palestrante, muito interessante, falou sobre planejamento. Falou de suas experiências profissionais a respeito disso. De se analisar o mercado e concorrentes. Comparou o japonês, o americano e o brasileiro, que o brasileiro não planeja, como se deve planejar um negócio e porque isso é importante.

Achei bastante relevante, e saí plenamente convencido. Até certo ponto, pelo menos, eu acho…

Dali em diante fiquei encucado com a importância de se planejar. De se por tudo no papel antes de fazer alguma coisa. De prever custos, riscos, ver concorrência.

Qualquer ideia que eu tinha lá ia eu para o Excel botar tudo. Qualquer sitezinho eu levantava as informações, custos, o que precisaria. E confesso: esse tipo de mentalidade ajuda.

Mas com o tempo percebi que isso não é tudo. Que não garante (quase) nada, e que inclusive pode servir como um bloqueio mental e desmotivador.

Explico. Continue reading “O mito do planejamento”

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Cansei de games superproduzidos

No final do ano passado eu adquiri, na promoção, o game DOOM 2016. Praticamente o “jogo do ano”. Um dos games mais aguardados do ano.

Já fazia um bom tempo que eu não jogava nada. Meses antes eu havia dispendido umas 40 horas jogando Broforce, um shoot and run 2D, estilo plataforma. De longe o melhor custo/benefício do ano. Nem R$ 15,00 me custou e tive horas e horas de jogatina.

Fui motivado no Doom pois havia jogado lá nos idos dos anos 90 o Doom 1 e Doom 2. Gostei muito de ambos. Saudosismo falou alto. E lá fui eu aproveitar o DOOM 2016 por R$ 75, ante R$ 200 de antes.

Mais de 70 GB para baixar, download terminado. E iniciei o game. Continue reading “Cansei de games superproduzidos”

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Linux no Desktop deixou de fazer sentido

Anos atrás, Miguel de Icaza, velho conhecido da comunidade Linux por seus projetos (GNOME, Mono, entre outros), manifestou no seu blog pessoal porque ele largou mão do Linux Desktop em favor do MacOS X.

Entre outras questões, ele levantou a disparidade entre distribuições Linux e a falta de suporte às variadas plataformas por parte dos desenvolvedores de software.

Mas será isso basta para largar o Linux e voltar para o Windows (ou ir para o Mac)? Continue reading “Linux no Desktop deixou de fazer sentido”

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Grandes startups, pequenos negócios…

Startups… O YouTube tem 12 anos e nunca deu lucro. Twitter também nunca de lucro. Assim como o Foursquare, Instagram, WhatsApp… Facebook sofre para conseguir alguma receita, isso porque não paga os produtos de conteúdo. Blogs do Tumblr tem bilhões de pageviews, mas a receita é de alguns milhões, o que dificulta as operações. O que dá errado? E por que tantas pessoas desejam seguir pelo mesmo caminho: monte uma startup, capte investimentos, fique rico vendendo ela?

Lembro um colega da empresa de tecnologia em que trabalhei, numa dessas conversas descompromissadas no retorno do almoço, que tudo o que ele gostaria de ter é uma grande ideia em que ele pudesse gerar milhões e milhões de dólares logo de uma vez e assim definitivamente não precisar mais voltar a trabalhar no velho esquemão CLT 8h/dia.

Realmente, é de se impressionar com as cifras que muitas startups com pouco tempo de vida movimentam, através dos seus investidores. O que atiça a imaginação de muita gente de tentar esse caminho. Tentador: um lugar legal, alguns programadores e designers e voilà, um produto diferente disponível na Web custando poucos reais em infraestrutura de nuvem.

Mas será que é tudo isso mesmo? É tudo tão simples assim?

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Opinião · Web

A web da qual sinto falta

Sinto saudades da Web dos sites novos, dos blogs e wikis. A Web, hoje, estranhamente se reduziu a um parque de diversões em que acessamos só uns cinco sites.

Estou para escrever este post há cerca de um mês, inspirado neste texto ótimo do Gizmodo, em que o autor explicita os descaminhos que a Web tomou (se não quiser ler todo o texto comece a partir da parte “De volta para o futuro”). Continue reading “A web da qual sinto falta”