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Sim, é possível viver de games

Numa thread no Reddit um desenvolvedor de games comenta sobre a experiência de ter se dedicado a criar um game mobile durante 2 anos e que ainda não deu grande retorno financeiro. O game está na casa do 150 downloads.

Realmente, mesmo quem já trabalhou com desenvolvimento (mesmo em outra área, como Web) ou é designer já deve ter vislumbrado de entrar no mercado de games. Manias como Pokemon Go e eventos como o BGS aqui no Brasil vira e mexe nos relembram desse mercado.

Porém, nos deixamos impressionar com games que se tornam hits. A verdade do fato é que milhares de jogos são lançados todo ano, em diversas plataformas – Steam, Play Store, etc. Não é tão fácil lançar um game que logo de cara vende milhões (a verdade é que isso é quase como ganhar na loteria…)

Lançar o seu jogo, depois de tanto tempo de trabalho e não lograr êxito pode ser desanimador. A vontade de desistir logo bate à porta. Tudo parecia só uma ilusão. Como assim? Em Indie Game: The Movie parecia tão fácil!…

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Fliperamas

Recentemente baixei uns emuladores e ROMs de jogos antigos. Faço isso de maneira bissexta, muito raramente. Mas é muito bom reviver esses tempos antigos. Games em fliperamas… Quem viveu os anos 90, sabe.

Baixei um emulador de Super Nintendo, como sempre faço, e de fliperamas – geralmente CPS1 & CPS2.

Na época em que conheci não era nem em Real que a gente pagava. Eram cruzeiros, ou cruzados, cruzados novos, sei lá. Continue reading “Fliperamas”

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Unity no Linux: solucionando o problema de abrir arquivos no MonoDevelop

Quem se aventura experimenta a usar a engine de games Unity no Linux (seja Ubuntu ou Linux Mint) pode ter se deparado com o problema de instalar tudo certinho, porém ao tentar editar os scripts C# o MonoDevelop não abre. Você clica no menu de contexto do componente do gameobject, seleciona “Edit Script…” e a IDE, que deveria abrir o script não abre – não dá mensagem de erro, nem nada.

Fuçando na internet encontrei a resolução do problema. Foi um pouco difícil, uma vez que usar essa engine de jogos no Linux é pouco comum. Até porque a própria empresa que desenvolve a Unity não está focada na plataforma Linux, mas sim Windows e Mac OS X, sendo que a versão para o sistema do pinguim não passar de uma versão beta, com restrições.

Tentei outras soluções, como baixar uma versão do MonoDevelop via flatpak. Porém, não consegui localizar a pasta da instalação para poder apontar.

Depois de um tempo, graças à uma alma iluminada, consegui resolver o problema. Abaixo transcrevo a solução: Continue reading “Unity no Linux: solucionando o problema de abrir arquivos no MonoDevelop”

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Deixe-me jogar! Quando é que os games começaram a ficar complicados

Não sei se sou eu; se envelheci ou os jogos que não foram feitos para mim. Mas alguém poderia me explicar quando é que os games começaram a ficar complicados?

Esse post começou inspirado na minha experiência inicial com RUINER. Comprei na Steam com desconto. Fui atraído pelo visual e por ser de tiro – dois elementos que me atraem num jogo.

Então iniciei. Cara, o que era aquilo? Já se tinha passado uma meia-hora no jogo e eu ainda estava vendo tutoriais. Aperte E para tal coisa. Aperte SPACE para outra coisa. Morreu, começa de novo – e lá vem os mesmos tutoriais: se não avançar eles voltam.

Você tem que fazer um mini-curso para jogar um jogo. Continue reading “Deixe-me jogar! Quando é que os games começaram a ficar complicados”

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Air Surfer, o game mobile que fiz – e nem publiquei

Sim, ano passado dediquei uns três meses (ou seriam quatro ou cinco? Nem lembro…) da minha vida ao desenvolvimento de um game para smartphones, mais precisamente para a plataforma Android.

Eram as vacas magras da Vórtice Internet e eu ficava muito tempo em casa, devido a problemas de saúde que também me atrapalhavam. E eu tinha estudado um monte de coisas sobre desenvolvimento de games e já tinha lido um bocado a respeito – Unity, 3dsmax, Blender, Flash… Não tinha saído de protótipos e rascunhos ainda, com a nada honrosa exceção de um game em Flash publicado no Kongregate, lá por volta de 2012.

Daí, não sei como e motivado por esse desejo de fazer alguma coisa, meio que buscando uma redenção, comecei um projeto no Unity. Destinado à mobile, pois entenderia que seria mais prático de se fazer e barato de produzir.

Vou relatar aqui um pouco do que aprendi e minha vivência fazendo ele. Continue reading “Air Surfer, o game mobile que fiz – e nem publiquei”

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Cansei de games superproduzidos

No final do ano passado eu adquiri, na promoção, o game DOOM 2016. Praticamente o “jogo do ano”. Um dos games mais aguardados do ano.

Já fazia um bom tempo que eu não jogava nada. Meses antes eu havia dispendido umas 40 horas jogando Broforce, um shoot and run 2D, estilo plataforma. De longe o melhor custo/benefício do ano. Nem R$ 15,00 me custou e tive horas e horas de jogatina.

Fui motivado no Doom pois havia jogado lá nos idos dos anos 90 o Doom 1 e Doom 2. Gostei muito de ambos. Saudosismo falou alto. E lá fui eu aproveitar o DOOM 2016 por R$ 75, ante R$ 200 de antes.

Mais de 70 GB para baixar, download terminado. E iniciei o game. Continue reading “Cansei de games superproduzidos”

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Dica de software: OGMO Level Editor, editor de níveis para games

Logo OGMODica da semana: OGMO Level Editor, level editor de código-aberto para Windows. O OGMO pode ser definido como um editor de níveis de propósito geral para games que gera arquivos em XML.

No OGMO você trabalho no esquema de projetos, sendo que para cada projeto você pode criar níveis contendo objetos relacionados a um jogo. É muito fácil de usar, qualquer um se entende com a ferramenta.

É muito fácil trabalhar com o OGMO. E no editor de níveis você adiciona, aumenta/diminui e rotaciona imagens ou pode desenhar os tiles no grid.

Deixei de lado o Inkscape (tentei usá-lo como level editor) por causa de detalhes chatos, estava muito burocrático, e então passei a usar o OGMO. Estou satisfeitíssimo: o XML é fácil de entender, o editor é bem organizado, é gratuito e versátil. Ainda faltam recursos mas já está ótimo para uso.

Recomendo este tutorial (em inglês), mas se quiser ver outros confira na página do projeto.

Se desejarem mais detalhes ou um passo a passo, postem aí nos comentários. Até a próxima 😉

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O fim dos “games bobos”?

Costumo ser visitante habitual de sites de games casuais, em especial do ArmorGames (famoso e meu favorito, e que, na minha opinião, tem os melhores jogos), do Kongregate e Miniclip (mais conhecidos). Não necessariamente para jogar – aliás, isso é o que menos estou fazendo por falta de tempo, o que não é desculpa, pois para alguém que deseja viver do desenvolvimento de games e leva isso à sério precisa experimentar e conhecer novos gêneros, experiências e outros. Continue reading “O fim dos “games bobos”?”