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Furando o bloqueio criativo: as estratégias oblíquas

Quem trabalha em algum tipo de profissão que envolva (alguma) criatividade – jornalistas, programadores, artesãos, músicos, etc. – com certeza já se deparou com uma situação em que você se sente num beco sem saída, em que as coisas simplesmente não fluem. Há um problema e é difícil de se encontrar uma solução; ou a solução não é ainda satisfatória.

No início dos anos 70 o músico e produtor inglês Brian Eno criou, juntamente com o artista Peter Schmidt, as “estratégias oblíquas”.

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Abandonando as redes sociais…

Quanto tempo você perdeu nas redes sociais?


Há pouco desativei meu Facebook. E não pretendo voltar mais lá. Das que usei, era a última rede em que eu estava; outrora havia excluído Twitter. LinkedIn é só para uso profissional, mesmo. Instagram nunca fui assíduo mesmo e a conta está lá, abandonada; Snapchat e outras, nunca usei.

Perdi muito tempo nesses sites. Pior é que devo ter criado, em torno de mim, uma imagem péssima. Não só eu, mas amigos também. Muitos deles, ainda presos por lá. Obcecados em ter/parecer ter razão.

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O desenvolvimento Web está morrendo?

Tradução livre de artigo escrito por Richard Gall e publicado em:
https://hub.packtpub.com/is-web-development-dying/


Não é difícil encontrar pessoas perguntando se o desenvolvimento da web está morrendo. Uma pesquisa rápida gera perguntas no Quora, no Reddit e em outros fóruns. “O desenvolvimento web é uma profissão agonizante ou só tem um cheiro engraçado?”, pergunta um usuário do Reddit. Os suspeitos usuais no mundo do conteúdo (Forbes et al) responderam com seus próprios takes e pensam sobre se o desenvolvimento da web está morto. E por que eles, e não eu, por exemplo, nunca perderia a oportunidade de escrever algo com uma manchete estranha e provocativa de cliques. Então, o desenvolvimento web está morrendo ou simplesmente muito mal?

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Sobre o medo brasileiro de perder o emprego…

Uma pesquisa apontou que um dos maiores medos do brasileiro é o de ficar desempregado. Uma outra pesquisa apontou que a dependência financeira ou de alguém é um dos maiores temores, também.

Esse medo do brasileiro com relação ao desemprego surge devido ao fato de que se obter um emprego no Brasil é algo muito difícil. Daí, junto a questão da falta de renda, somando a questão de instabilidade econômica (única constante no Brasil), há o desespero de se chegar na merda total.

No momento em que escrevo estou tratando de um país com mais de 13 milhões de desempregados (número oficial – o real é bem maior), e mais de 60 milhões de inadimplentes – pessoas que de um mês para o outro não conseguem pagar suas contas mais básicas: luz, aluguel, etc.

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Integrando Visual Studio Code com Unity – no Linux

(E diga adeus ao Monodevelop.)


Eu sou um usuário Linux atualmente. E também da game engine Unity, já relatando aqui problemas que tive usando a Monodevelop no Linux.

Porém desencanei. Vi que a integração da Unity com o editor Visual Studio Code tende a ser mais eficiente (e feliz) hoje. Para começar, é bem mais fácil para integrar o debugger.

Muita gente (como eu até pouco tempo) ficava com um pé atrás de usar o VS Code por pensar que ele era apenas editor de código, e não uma IDE. Porém, com um alguns plugins (no caso específico, plugins para Unity e C#) é possível ter uma ótima experiência, com direito a depuração e autocompletion de código.

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Mate o velho Brasil que existe dentro de você

Mais um ano eleitoral aqui no Brasil e vemos o brasileiro esperar, novamente, pela figura do “salvador da pátria”.

É aquele cara que, uma vez no cargo da presidência do País, irá resolver todos os problemas. Como num toque de mágica – feito pela caneta presidencial, no lugar de uma varinha de condão.

Esse tipo de pensamento é cultural no brasileiro e é chamado de sebastianismo. A gente também vê a influência dessa ideia, desse imediatismo, nos pedidos de intervenção militar (como no caso da greve dos caminhoneiros), por exemplo.

Aplicativos · Blog

Vender pás ou correr atrás do ouro…

No pequeno livro App Idiots, que trata de um jeito crítico sobre a febre dos aplicativos (principalmente a ocorrida entre 2008-2009), o autor faz um paralelo entre aquele momento e a corrida do ouro do Oeste americano.

Naquela corrida do ouro, muita gente largou suas coisas para tentar o mesmo sonho: achar tanto ouro de uma só vez a ponto de não se precisar mais trabalhar pelo resto da vida.

No ebook o autor já menciona que o mais provável é que quem tenha ficado rico nessa corrida mesmo tenha sido o vendedor de ferramentas. Para tanta gente obcecada em minerar, seria mais interessante vender pás, picaretas e carrinhos de mão do que correr atrás de um ouro que nem se sabe se existe…

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Fliperamas

Recentemente baixei uns emuladores e ROMs de jogos antigos. Faço isso de maneira bissexta, muito raramente. Mas é muito bom reviver esses tempos antigos. Games em fliperamas… Quem viveu os anos 90, sabe.

Baixei um emulador de Super Nintendo, como sempre faço, e de fliperamas – geralmente CPS1 & CPS2.

Na época em que conheci não era nem em Real que a gente pagava. Eram cruzeiros, ou cruzados, cruzados novos, sei lá.

Blog · Brasil

Escravidão voluntária

Boa parte do subdesenvolvimento do Brasil advém da falta de capacidade do brasileiro de vislumbrar alternativas fora do Estado.

Quando o assunto gira em torno do fato do Brasil ser ferrado, vira e mexe alguém já dá a cartada: “ah, o Brasil é atrasado porque nossos políticos são ladrões”. Ou quando ocorre algum problema (ex.: desemprego) a “solução” apresentada é sempre algo do tipo: “ah, o governo tem que fazer alguma coisa”.

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Por que você deveria dar uma chance ao framework Phalcon

Sou desenvolvedor PHP já há alguns anos. Vou falar aqui de frameworks PHP.

No mercado brasileiro se destacam alguns: Laravel, Symfony, Yii… todos muito bons. Mas neste post gostaria de chamar a atenção para um framework que venho usando a um tempo e que também é, a meu ver, muito depreciado por estas terras e merecia mais atenção: Phalcon.

Meu intento aqui é apresentar, de maneira breve, alguns pontos interessantes dele.

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Batendo palmas pra maluco dançar: entre esquerdoidos e bolsominions

Eu já escrevi sobre malucos dos dias de hoje aqui no blog. E havia deixado este post em rascunho. Porém, hoje me deparei com esse texto do Rica Perrone e me senti motivado a ressuscitar este texto. Mas aqui vou tratar de um de outro tipo de doido.

O perfil de maluco que vou tratar aqui é o do political junkie. O viciado em política. O cara que fica o dia inteiro nas redes sociais compartilhando, curtindo e debatendo sobre política – geralmente para reforçar o seu ponto de vista ou então mostrar a hipocrisia e os possíveis erros e fracassos do outro lado.

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Me engana que eu quero: fake news e nossa propensão a acreditar em mentiras

Fake news, religiões, traumas e amnésias.

Em As Aventuras de Pi nós acompanhamos toda a narrativa de um homem que perdeu a família durante uma viagem num navio quando ele era jovem.

Ele conta a história de maneira alegórica: os adultos são retratados como os animais do zoológico que estava sendo transferido. O embate entre o menino Pi e o tigre não existiu de fato. Ele adotou essa narrativa pois era um jeito de se lidar de maneira mais confortável com a dor da perda e da violência que ele assistiu.

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Vale a pena ter um Kindle?

Tive um Kindle Paperwhite por dois anos. Antes, eu tive um e-reader de fabricação nacional, que se quebrou sozinho em meses. Fiquei com uma péssima impressão sobre e-readers até me dar uma segunda chance e tentar o gadget da Amazon.

O Kindle é um excelente aparelho. A experiência da leitura com ele (velocidade e usabilidade) me surpreenderam e removeram aquela velha impressão.

Mas aqui não quero falar dos predicados do aparelho. Mas sim tecer um breve comentário e ajudar o leitor a saber se ele tem o perfil de quem poderia usar um Kindle.