Brasil · Livros

5 livros para entender por que o Brasil está na merda em que está

Sim, o Brasil está na merda total. Não é novidade para ninguém.

Mas, mais do que ficar reclamando, é preciso saber como chegamos até aqui, e como é possível sair desse buraco.

Para isso, como usuário de internet há mais de dez anos, recomendo logo de princípio: esqueça os blogs, as páginas de Facebook e demais redes sociais. No geral, são antros de desinformação e fanatismo. E isso não vai ajudar: precisamos de mais luz e menos calor.

O jeito é ler. E felizmente, de uns anos para cá, surgiu uma nova leva de autores, que pensam fora da caixa – sim, a tradicional caixa, a “Matrix” esquerdista da academia e jornalismo tupiniquins. Aqui nessa postagem vou listar alguns livros que li nos últimos anos, que ajudam a entender os problemas atuais e ver que, apesar de tudo, muitos problemas têm solução. Vamos lá, então:

Brasil

A meritocracia na terra do homem cordial

É muito provável que o leitor já tenha se deparado com o termo “meritocracia”. Ele ganhou realce inicialmente pela boca de liberais, e depois por militaristas e também se faz presente em alguma medida no tal “mundo corporativo”. Significaria, em interpretação livre, “poder do mérito”. Ou seja, a sua posição deveria advir do seu esforço individual, e tão somente disto.

A defesa dessa ideia ganhou corpo nos últimos anos, como reação às iniciativas governamentais e de ideólogos de se procurar fazer algum tipo de “engenharia social”, como altas tributações para compensar as tais “desigualdades sociais” e cotas nas universidades, entre outras.

Eu não vou entrar no âmbito político dessa ideia, pois o Fla vs. Flu, apesar de divertido, é pobre. Vou me ater apenas a entender o que poderia ser a meritocracia na Terra brasilis.

Blog · Dicas & Tutoriais · Trabalho

Furando o bloqueio criativo: as estratégias oblíquas

Quem trabalha em algum tipo de profissão que envolva (alguma) criatividade – jornalistas, programadores, artesãos, músicos, etc. – com certeza já se deparou com uma situação em que você se sente num beco sem saída, em que as coisas simplesmente não fluem. Há um problema e é difícil de se encontrar uma solução; ou a solução não é ainda satisfatória.

No início dos anos 70 o músico e produtor inglês Brian Eno criou, juntamente com o artista Peter Schmidt, as “estratégias oblíquas”.

Blog · Web

Abandonando as redes sociais…

Quanto tempo você perdeu nas redes sociais?


Há pouco desativei meu Facebook. E não pretendo voltar mais lá. Das que usei, era a última rede em que eu estava; outrora havia excluído Twitter. LinkedIn é só para uso profissional, mesmo. Instagram nunca fui assíduo mesmo e a conta está lá, abandonada; Snapchat e outras, nunca usei.

Perdi muito tempo nesses sites. Pior é que devo ter criado, em torno de mim, uma imagem péssima. Não só eu, mas amigos também. Muitos deles, ainda presos por lá. Obcecados em ter/parecer ter razão.

Agile · Desenvolvimento · Startups · Trabalho

Abandonando o Agile

Tradução livre de artigo escrito por Aaron Lazar no blog da Packt: https://hub.packtpub.com/abandoning-agile/

AVISO: o conteúdo do artigo não reflete necessariamente a minha opinião.


“Nós somos ‘Agile'”.

Esse é o tipo de frase que eu esperaria de um time de futebol, uma trupe de dançarinos de balé ou talvez de um artista marcial. Toda vez que ouço isso vindo da boca de um profissional de software, eu digo: “Ah cara, de novo não!”. Então aqui estou eu para falar sobre algo que pode tocar um nervo ou dois de um fã de metodologias ágeis. Eu estou falando se você deveria abandonar o Agile de uma vez por todas!

Blog · Desenvolvimento · Tecnologia · Trabalho · Web

O desenvolvimento Web está morrendo?

Tradução livre de artigo escrito por Richard Gall e publicado em:
https://hub.packtpub.com/is-web-development-dying/


Não é difícil encontrar pessoas perguntando se o desenvolvimento da web está morrendo. Uma pesquisa rápida gera perguntas no Quora, no Reddit e em outros fóruns. “O desenvolvimento web é uma profissão agonizante ou só tem um cheiro engraçado?”, pergunta um usuário do Reddit. Os suspeitos usuais no mundo do conteúdo (Forbes et al) responderam com seus próprios takes e pensam sobre se o desenvolvimento da web está morto. E por que eles, e não eu, por exemplo, nunca perderia a oportunidade de escrever algo com uma manchete estranha e provocativa de cliques. Então, o desenvolvimento web está morrendo ou simplesmente muito mal?

Blog · Brasil · Trabalho

Sobre o medo brasileiro de perder o emprego…

Uma pesquisa apontou que um dos maiores medos do brasileiro é o de ficar desempregado. Uma outra pesquisa apontou que a dependência financeira ou de alguém é um dos maiores temores, também.

Esse medo do brasileiro com relação ao desemprego surge devido ao fato de que se obter um emprego no Brasil é algo muito difícil. Daí, junto a questão da falta de renda, somando a questão de instabilidade econômica (única constante no Brasil), há o desespero de se chegar na merda total.

No momento em que escrevo estou tratando de um país com mais de 13 milhões de desempregados (número oficial – o real é bem maior), e mais de 60 milhões de inadimplentes – pessoas que de um mês para o outro não conseguem pagar suas contas mais básicas: luz, aluguel, etc.

Blog · Linux · Unity

Integrando Visual Studio Code com Unity – no Linux

(E diga adeus ao Monodevelop.)


Eu sou um usuário Linux atualmente. E também da game engine Unity, já relatando aqui problemas que tive usando a Monodevelop no Linux.

Porém desencanei. Vi que a integração da Unity com o editor Visual Studio Code tende a ser mais eficiente (e feliz) hoje. Para começar, é bem mais fácil para integrar o debugger.

Muita gente (como eu até pouco tempo) ficava com um pé atrás de usar o VS Code por pensar que ele era apenas editor de código, e não uma IDE. Porém, com um alguns plugins (no caso específico, plugins para Unity e C#) é possível ter uma ótima experiência, com direito a depuração e autocompletion de código.

Blog · Brasil · Opinião

Mate o velho Brasil que existe dentro de você

Mais um ano eleitoral aqui no Brasil e vemos o brasileiro esperar, novamente, pela figura do “salvador da pátria”.

É aquele cara que, uma vez no cargo da presidência do País, irá resolver todos os problemas. Como num toque de mágica – feito pela caneta presidencial, no lugar de uma varinha de condão.

Esse tipo de pensamento é cultural no brasileiro e é chamado de sebastianismo. A gente também vê a influência dessa ideia, desse imediatismo, nos pedidos de intervenção militar (como no caso da greve dos caminhoneiros), por exemplo.

Projetos · Tecnologia · Web

CitZilla lançado

Lancei, no último dia 16 de maio, o site CitZilla.

O projeto tem como finalidade agrupar cupons de desconto, promoções e similares, mostrando ele a partir de um mapa baseado na localização do usuário (usando geolocalização).

No momento ele está voltado ao público americano. Então, acessando aqui do Brasil, você não verá de cara promoções por perto. Só acessando por cidades, no rodapé da página.

Ainda está em versão beta, como se vê no logo. Confesso que não caprichei muito em aspectos visuais ainda, pois o lado backend do projeto me tomou enorme tempo – mais precisamente cerca de 5 meses (!).

Aplicativos · Blog

Vender pás ou correr atrás do ouro…

No pequeno livro App Idiots, que trata de um jeito crítico sobre a febre dos aplicativos (principalmente a ocorrida entre 2008-2009), o autor faz um paralelo entre aquele momento e a corrida do ouro do Oeste americano.

Naquela corrida do ouro, muita gente largou suas coisas para tentar o mesmo sonho: achar tanto ouro de uma só vez a ponto de não se precisar mais trabalhar pelo resto da vida.

No ebook o autor já menciona que o mais provável é que quem tenha ficado rico nessa corrida mesmo tenha sido o vendedor de ferramentas. Para tanta gente obcecada em minerar, seria mais interessante vender pás, picaretas e carrinhos de mão do que correr atrás de um ouro que nem se sabe se existe…

Blog · Games

Fliperamas

Recentemente baixei uns emuladores e ROMs de jogos antigos. Faço isso de maneira bissexta, muito raramente. Mas é muito bom reviver esses tempos antigos. Games em fliperamas… Quem viveu os anos 90, sabe.

Baixei um emulador de Super Nintendo, como sempre faço, e de fliperamas – geralmente CPS1 & CPS2.

Na época em que conheci não era nem em Real que a gente pagava. Eram cruzeiros, ou cruzados, cruzados novos, sei lá.