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	<title>Francisco Prado &#187; software livre</title>
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	<description>Mais um blog sobre Web, desenvolvimento e assuntos em geral...</description>
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		<title>Scribus &#8211; impressões a respeito do programa de editoração opensource</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Jul 2010 17:29:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois de uma postagem dedicada ao Gimp, vou descrever as impressões que tive a respeito de outro software código aberto, porém voltado a editoração eletrônica de documentos e bem menos popular: o Scribus. Podemos dizer que o Scribus é um equivalente gratuito de programas como Adobe Indesign. Experimentei ele hoje, montando uma apostila de algumas ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="capitular">D</span><span class="versaletes">epois de uma</span> <a href="http://franciscoprado.com.br/2010/07/06/gimp-ubuntu-linux-editor-opiniao-software-livre/" target="_blank">postagem dedicada ao Gimp</a>, vou descrever as impressões que tive a respeito de outro software código aberto, porém voltado a editoração eletrônica de documentos e bem menos popular: o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Scribus" target="_blank">Scribus</a>.</p>
<p><img class="alignleft" title="Logo Scribus" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/9/9a/Scribus_logo.png" alt="Logo Scribus" width="135" height="132" /></p>
<p>Podemos dizer que o Scribus é um equivalente gratuito de programas como <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Adobe_InDesign" target="_blank">Adobe Indesign</a>. Experimentei ele hoje, montando uma apostila de algumas páginas, usando fotos e texto. Tudo muito simples.</p>
<p>De início, me pareceu muito simples. Apesar de me bater com vários menus e janelas, para conseguir encontrar os recursos para formatações de imagens e textos, por exemplo, consegui me entender com o negócio. Ele se entende com vários formatos, incluindo SVG, Photoshop, EPS e HTML, e exporta arquivos em PDF, entre outros.</p>
<p>No entanto, percebi alguns <em>bugs</em>. Numa ocasião, o programa fechou sozinho devido a um erro no sistema. Em outra, a janela para seleção de imagem empacava. Mas enfim, nada que destrua a reputação do programa. Afinal, o Corel Draw, muito mais conceituado e pago, também tem seus problemas, como satirizado no <em>funk</em> abaixo, que rodou no Twitter semana passada:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/8vH23u56Mhs" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/8vH23u56Mhs"></embed></object></p>
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		<title>Gimp &#8211; impressões sobre o editor de imagens n.º 1 do Linux</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 16:25:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Software]]></category>
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		<category><![CDATA[opinião]]></category>
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		<description><![CDATA[Andei experimentando o Gimp 2.6 no Ubuntu Linux. Sou bem &#8220;noob&#8221; nos dois quesitos. Minha praia, afinal, é Photoshop no Windows (e olhe lá&#8230;). Mas, como sou entusiasta de software livre &#8211; uma das minhas esquisitices -, não resisti em testar. Aí segue algumas opiniões a respeito do negócio, enquanto tentava bolar um desenho nele ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Andei experimentando o <strong>Gimp 2.6</strong> no Ubuntu Linux. Sou bem &#8220;noob&#8221; nos dois quesitos. Minha praia, afinal, é Photoshop no Windows (e olhe lá&#8230;). Mas, como sou entusiasta de software livre &#8211; uma das minhas esquisitices -, não resisti em testar.</p>
<p>Aí segue algumas opiniões a respeito do negócio, enquanto tentava bolar um desenho nele (notas de 1 até 3):</p>
<ul>
<li style="line-height: 18pt;">Interface: é razoavelmente diferente da do Photoshop. As abas ficam um tanto encavaladas no ambiente. Para isso existe o Gimpshop, que oferece um Gimp com cara de Photoshop. No entanto, não consegui rodá-lo no Ubuntu. Enfim, é uma questão de se acostumar. <a href="http://franciscoprado.com.br/wp-content/uploads/2010/01/001_151.png" rel="lightbox[1515]"><img title="001_15" src="http://franciscoprado.com.br/wp-content/uploads/2010/01/001_151.png" alt="" width="14" height="14" /></a></li>
<li style="line-height: 18pt;">Ferramentas: senti falta das ferramentas de desenho do PS. Para desenhar um retângulo precisei usar ferramentas de seleção (é assim?!). Também tive dificuldade para lidar com gradientes. <a href="http://franciscoprado.com.br/wp-content/uploads/2010/01/001_151.png" rel="lightbox[1515]"><img title="001_15" src="http://franciscoprado.com.br/wp-content/uploads/2010/01/001_151.png" alt="" width="14" height="14" /></a></li>
<li style="line-height: 18pt;">Partes separadas: um plugin de efeito travou. O Ubuntu ofereceu duas alternativas: ou forçar sair (fechar com tudo a janela do plugin) ou esperar o processamento. Ao forçar a saída não perdi o trabalho: apenas a parte referente ao plugin fechou. <a href="http://franciscoprado.com.br/wp-content/uploads/2010/01/001_151.png" rel="lightbox[1515]"><img class="alignnone size-full wp-image-260" title="001_15" src="http://franciscoprado.com.br/wp-content/uploads/2010/01/001_151.png" alt="" width="14" height="14" /></a><a href="http://franciscoprado.com.br/wp-content/uploads/2010/01/001_151.png" rel="lightbox[1515]"><img title="001_15" src="http://franciscoprado.com.br/wp-content/uploads/2010/01/001_151.png" alt="" width="14" height="14" /></a><a href="http://franciscoprado.com.br/wp-content/uploads/2010/01/001_151.png" rel="lightbox[1515]"><img title="001_15" src="http://franciscoprado.com.br/wp-content/uploads/2010/01/001_151.png" alt="" width="14" height="14" /></a></li>
<li style="line-height: 18pt;">Filtros / Efeitos: grande quantidade e são muito bons. Ainda não experimentei nem 50%, mas pelo visto supera os do PS. <a href="http://franciscoprado.com.br/wp-content/uploads/2010/01/001_151.png" rel="lightbox[1515]"><img title="001_15" src="http://franciscoprado.com.br/wp-content/uploads/2010/01/001_151.png" alt="" width="14" height="14" /></a><a href="http://franciscoprado.com.br/wp-content/uploads/2010/01/001_151.png" rel="lightbox[1515]"><img title="001_15" src="http://franciscoprado.com.br/wp-content/uploads/2010/01/001_151.png" alt="" width="14" height="14" /></a><a href="http://franciscoprado.com.br/wp-content/uploads/2010/01/001_151.png" rel="lightbox[1515]"><img title="001_15" src="http://franciscoprado.com.br/wp-content/uploads/2010/01/001_151.png" alt="" width="14" height="14" /></a></li>
<li style="line-height: 18pt;">Sistema: muito leve. Dispensa uma super-máquina. No entanto alguns plugins demandam um processamento grande. <a href="http://franciscoprado.com.br/wp-content/uploads/2010/01/001_151.png" rel="lightbox[1515]"><img title="001_15" src="http://franciscoprado.com.br/wp-content/uploads/2010/01/001_151.png" alt="" width="14" height="14" /></a><a href="http://franciscoprado.com.br/wp-content/uploads/2010/01/001_151.png" rel="lightbox[1515]"><img title="001_15" src="http://franciscoprado.com.br/wp-content/uploads/2010/01/001_151.png" alt="" width="14" height="14" /></a></li>
</ul>
<p>Há outras característas boas e outras ruins, ao meu ver. Porém, &#8220;malhar&#8221; o programa demais é injustiço, visto que se trata de um <em>opensource </em>de uso gratuito. Acredito que se trata de uma boa solução para o caso de alternativas aos programas proprietários.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="lightbox" href="http://franciscoprado.com.br/wp-content/uploads/2010/07/testando_gimp_ubuntu.jpg"><img class="size-medium wp-image-1524 aligncenter" title="testando_gimp_ubuntu" src="http://franciscoprado.com.br/wp-content/uploads/2010/07/testando_gimp_ubuntu-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
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		<title>Instalando o Ubuntu Linux 9.10 no Windows sem complicação</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 12:05:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Muita gente tem curiosidade de conhecer o sistema operacional Linux. Mas, para quem não é muito do ramo, teme ter que lidar com programas complexos, códigos esquisitos e tudo mais. Porém, com o lançamento da versão Ubuntu Linux, a experiência de se utilizar um sistema alternativo se tornou bem mais fácil e simples. Tudo o ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muita gente tem curiosidade de conhecer o sistema operacional Linux. Mas, para quem não é muito do ramo, teme ter que lidar com programas complexos, códigos esquisitos e tudo mais. Porém, com o lançamento da versão Ubuntu Linux, a experiência de se utilizar um sistema alternativo se tornou bem mais fácil e simples.</p>
<p>Tudo o que você tem que fazer é <a href="http://www.ubuntu.com/GetUbuntu/download" target="_blank">baixar o arquivo de imagem (.iso)</a> do Ubuntu e então gravá-la num CD. Você pode rodar o Ubuntu direto do CD: o sistema irá ler o CD e &#8220;criará&#8221; o Ubuntu na memória do PC. Este método é interessante para quem só quer apenas conhecê-lo; por rodar do CD este método é lento e oferece recursos limitados (fraco desempenho). <span id="more-1190"></span></p>
<p>Para usar o sistema a toda prova você ainda tem outras duas maneiras conhecidas: uma é criar um partição no HD separada para instalação do Linux. Este método é um tanto problemático: se você tiver o Windows e programas já instalados e particionar o HD isso pode resultar em danificação do sistema operacional já instalado. Outra maneira &#8211; e mais segura &#8211; é rodar o Ubuntu Linux através de uma máquina virtual, assim fazendo o Linux rodar dentro do Windows como se fosse um &#8220;programa&#8221; do segundo. <a href="http://www.pinceladasdaweb.com.br/blog/2010/02/08/instalar-ubuntu-em-uma-maquina-virtual-no-windows/" target="_blank">Aqui neste link</a> você vê um tutorial completo de como experimentar o sistema operacional desta maneira.</p>
<p>No entanto, há um modo, que é pouco divulgado, de se experimentar o Linux sem precisar instalar programas para máquinas virtuais nem precisar de particionamento de disco: é instalando o <strong>Ubuntu como programa do Windows</strong>. Nele, você instala o Linux dentro do Windows como se ele fosse um programa, e escolhe rodá-lo logo ao se ligar o computador (inicialização), sem complicações.</p>
<p>Com o CD do Ubuntu (no caso, usei a versão mais nova disponível, que é a 9.10), rode no Windows. Surgirá esta janela a seguir:</p>
<div id="attachment_1195" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a rel="lightbox" href="http://franciscoprado.com.br/wp-content/uploads/2010/03/imagem1.jpg"><img class="size-medium wp-image-1195" title="imagem1" src="http://franciscoprado.com.br/wp-content/uploads/2010/03/imagem1-300x227.jpg" alt="" width="300" height="227" /></a><p class="wp-caption-text">Clique para ampliar</p></div>
<p>Então opte pela opção &#8220;Instalar dentro do Windows&#8221;. Em seguida aparecerá uma nova janela com várias informações a serem inseridas, como senha do usuário Linux e tamanho da instalação no disco (em GB). Definido isso, avance na instalação.</p>
<p>Quando terminar, reinicie o computador. Logo no início aparecerá um painel com duas opções: iniciar pelo Windows ou pelo Ubuntu. A opção automática (escolhida dentro de 15 segundos)  é a do Windows (foi o primeiro sistema a ser instalado, por isso a preferência). A segunda opção é o Ubuntu.</p>
<p>Pronto! Aí está o sistema Ubuntu Linux instalado no seu computador com tudo embutido: editor de texto gratuito (e de acordo com a Nova Ortografia), navegador e até vários games &#8211; incluindo xadrez! E claro, sem toda aquela lerdeza e insegurança de seu Windows XP SP número 2342!</p>
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