A web da qual sinto falta

Sinto saudades da Web dos sites novos, dos blogs e wikis. A Web, hoje, estranhamente se reduziu a um parque de diversões em que acessamos só uns cinco sites.

Estou para escrever este post há cerca de um mês, inspirado neste texto ótimo do Gizmodo, em que o autor explicita os descaminhos que a Web tomou (se não quiser ler todo o texto comece a partir da parte “De volta para o futuro”). Continue lendo “A web da qual sinto falta”

O meu “fim do mundo” para as redes sociais

Para mim já deu
Para mim já deu

Para mim, uma promessa de fim de ano que pretendo cumprir é de me ver livre das redes sociais.

Parece simples mas demanda muita força de vontade, pelo fato de que toda a Web hoje estar de fato na órbita dessas redes e dois cliques em qualquer site faz você se deparar com um botão de alguma rede, desde as mais populares às mais específicas.

Às vezes, invejo quem no trabalho é proibido de acessar as redes, ato que para mim é um tanto complicado por ter que estar atento ao que é feito na rede (martírio de alguém como eu que faz desenvolvimento de sites). Continue lendo “O meu “fim do mundo” para as redes sociais”

A paranoia da informação

Semana passada tomei uma atitude diferente: parar de usar (em demasia, ao menos) as redes sociais. Como já escrevi aqui anteriormente, trabalho com computador e tenho que ficar o dia inteiro aqui, e tenho sofrido para me concentrar, com tanta coisa inútil para se ver na Web.

Este texto foi quem me inspirou a começar isso. Tenho conseguido diminuir a frequência de tuítes, atualizações e, principalmente, o acesso a redes sociais, feeds RSS, sites de notícias em geral e etc. etc.

Redes sociais, tudo bem, mas por que notícias? Radicalismo? Não. Só penso que esta ideia de que se deve estar informado a todo tempo a respeito de tudo não passa de uma grande paranoia. Afinal, saber das “notícias”, inclusive das mais irrelevantes – disfarçadas de relevantes -, não acrescenta em nada.

Enfim, é isso. Vamos ver se consigo “desplugar” das redes de uma vez.

O lado bom das redes sociais

Lixo na lixeira
Lugar de lixo é na lixeira.

Quando alguém quer depreciar a internet o indivíduo se utiliza, muitas das vezes, das redes sociais como exemplo. Sites como Orkut, Facebook, YouTube – há quem considere-a uma rede social -, e Twitter (sendo este último mais um microblogging do que rede social), um antro de futilidade, de perda de tempo.

Porém, as pessoas sempre pegam mais os lados negativos do que os positivos. Não há dúvidas que há muita bobagem na internet, o que, aliás, lança a questão: o que pode ser considerado fútil? Um blog em que um adolescente fala de sua vida pessoal? Sim, isto pode ser fútil de fato, assim como não ser, uma vez que o ato de escrever treina a criatividade e o raciocínio…

Bancando o advogado de defesa, este meu post pretende mostrar o “lado bom” desses sites chamados de “redes sociais”. A seguir:

  • Orkut/Facebook – além do chamado networking, é possível usar os fóruns (ou comunidades, no caso) para aprendizado e troca de informações. Além disso, existem redes específicas para divulgação de currículo – é o caso do LinkedIn.
  • Flickr – para quem não manja muito (ou não gosta) de blogs este site de fotos é uma boa para quebrar o galho e abrigar portfólio de designers e fotógrafos.
  • Twitter – excelente para divulgação de novidades. Como há o limite de 140 caracteres e é fácil obter uma razoável popularidade, o serviço de microblogging é útil quando queremos compartilhar links de sites e dicas.
  • Blogger/Wordpress – blogs grátis também são uma boa para divulgar novidades e exibir portfólio. É claro que dá para fazer muito mais com alguma criatividade, como gente que, buscando uma vaga de trabalho, lança mão de um blog para mostrar sua personalidade e conhecimento.

Enfim, não dá para ver só o lado obscuro da internet. Os sites estão aí para você fazer uso deles da maneira como você achar melhor. O excesso de inutilidade encontrado é fruto da liberdade que só a Web disponibiliza. É uma questão de se separar o joio do trigo.