Sobre 2012 e 2013

O que vivi no ano de 2012? Foi um ano com altos e baixos, em que comecei bastante ingênuo e me iludi, achando que seria um ótimo ano.

Eu comecei experimentando lançar um selo de games indie, o estúdio Neoludo, em que até agora só foi lançado um (simples) jogo. O Pollus foi um projeto que comecei errado e pelo jeito terminarei errado. Minha vontade é começar um projeto de game mais adequado para as plataformas que pretendo atingir. Além disso, minha intenção é deixar o estúdio com cara estúdio mesmo: pretendo abrir a ideia para ilustradores, testers, idealistas em geral, entre outros, que querem lançar games e pretendem se juntar, pois faço o trabalho de desenvolvimento. No final do ano, assinei um serviço de cursos em vídeo e revistas de tecnologia e voltei a estudar inglês, sendo que nesta vez estou extremamente disciplinado e amadurecido, pretendendo chegar até o fim e ter proficiência.

Eu até consegui ganhar dinheiro esse ano, voltando a trabalhar ocasionalmente com o pessoal da agência da qual pedi demissão em 2011. Eu sei que é meio contraditório, mas realmente fiquei numa situação difícil, precisando de mais dinheiro (embora tenha feito um “pé de meia” antes de sair). Estou conseguindo balancear as duas coisas (projetos pessoais e freelas), e assim vou indo.

No plano pessoal, eu pretendo fazer uma coisa que adiei por anos e que hoje lamento muito.

Enfim, preciso fazer tudo aquilo que não fiz ou procrastinei: trocar ideias, participar de eventos, ter mais aplicação e planejamento. Repetir-me menos, insistir no que já deu certo e não querer reinventar a roda.

É isso o que aprendi para levar à 2013. Não gosto de fazer promessas de ano-novo e blablablá, mas só sei que terei que perseverar se quiser fazer de 2013 um ano melhor que este. Keep Calm and Carry On.

Rumo a 2013.