As grandes viradas tecnológicas na história dos videogames

Voltando a falar um pouco da história dos videogames (como fiz com o futebol em um post anterior), retomo o mote a partir de agora, porém falando em alguns momentos em que a tecnologia fez a diferença. Segue o texto. Continue lendo “As grandes viradas tecnológicas na história dos videogames”

Primeiro post – iniciando 2013

Primeiro post de 2013, vamos lá:

  • Sim, o site Neoludo saiu do ar. Explicando rápido: eu não renovei o domínio porque eu não havia comprado ele através do meu nome, mas de uma empresa. Minha intenção seria adquirir um novo, tipo “neoludogames” ou “neoludostudio”. Mas enfim, o mais importante também é que pretendo remodelar o visual dele, abandonado o formato blog para deixar portfólio, e com design responsivo também.
  • Estou desenvolvendo um novo game, como expliquei no fim de 2012. Estou começando ele como mobile (adaptando a jogabilidade dele), mas vou lançar versões de teste por aqui e em fóruns como o Gamebrain. Em outras palavras, seguir como se deve: testando, iterando, mudando, corrigindo… para chegar a um final bacana.
  • Este ano também comecei um hobby: hardware livre com Arduino.
  • E tenho que ir mais depressa, porque estou devagar.

Tinkercad – enfim um programa 3D fácil de usar

Quem já experimentou softwares 3D – seja o AutoCAD, mais voltado à engenharia, seja o Maya, 3D Studio ou até mesmo o meu velho conhecido Blender3D – sabe que, para conseguir fazer até as mais simples formas trabalhadas, é um trabalho complicado. Se não é o ambiente inóspito de um AutoCAD ou a insanidade de atalhos do Blender, aprender um programa de 3D/CAD pedia muito tempo e paciência.

Ou era necessário, até inventarem o Tinkercad! 😀 Continue lendo “Tinkercad – enfim um programa 3D fácil de usar”

Sobre 2012 e 2013

O que vivi no ano de 2012? Foi um ano com altos e baixos, em que comecei bastante ingênuo e me iludi, achando que seria um ótimo ano.

Eu comecei experimentando lançar um selo de games indie, o estúdio Neoludo, em que até agora só foi lançado um (simples) jogo. O Pollus foi um projeto que comecei errado e pelo jeito terminarei errado. Minha vontade é começar um projeto de game mais adequado para as plataformas que pretendo atingir. Além disso, minha intenção é deixar o estúdio com cara estúdio mesmo: pretendo abrir a ideia para ilustradores, testers, idealistas em geral, entre outros, que querem lançar games e pretendem se juntar, pois faço o trabalho de desenvolvimento. No final do ano, assinei um serviço de cursos em vídeo e revistas de tecnologia e voltei a estudar inglês, sendo que nesta vez estou extremamente disciplinado e amadurecido, pretendendo chegar até o fim e ter proficiência.

Eu até consegui ganhar dinheiro esse ano, voltando a trabalhar ocasionalmente com o pessoal da agência da qual pedi demissão em 2011. Eu sei que é meio contraditório, mas realmente fiquei numa situação difícil, precisando de mais dinheiro (embora tenha feito um “pé de meia” antes de sair). Estou conseguindo balancear as duas coisas (projetos pessoais e freelas), e assim vou indo.

No plano pessoal, eu pretendo fazer uma coisa que adiei por anos e que hoje lamento muito.

Enfim, preciso fazer tudo aquilo que não fiz ou procrastinei: trocar ideias, participar de eventos, ter mais aplicação e planejamento. Repetir-me menos, insistir no que já deu certo e não querer reinventar a roda.

É isso o que aprendi para levar à 2013. Não gosto de fazer promessas de ano-novo e blablablá, mas só sei que terei que perseverar se quiser fazer de 2013 um ano melhor que este. Keep Calm and Carry On.

Rumo a 2013.