Para mim já deu

Para mim já deu

Para mim, uma promessa de fim de ano que pretendo cumprir é de me ver livre das redes sociais.

Parece simples mas demanda muita força de vontade, pelo fato de que toda a Web hoje estar de fato na órbita dessas redes e dois cliques em qualquer site faz você se deparar com um botão de alguma rede, desde as mais populares às mais específicas.

Às vezes, invejo quem no trabalho é proibido de acessar as redes, ato que para mim é um tanto complicado por ter que estar atento ao que é feito na rede (martírio de alguém como eu que faz desenvolvimento de sites).

E você também vai dizer “pô, você precisa se controlar”, é, eu sei, mas é meio difícil para um cara que vive no nada, isolado, e que é sedento por novidades (esses meus defeitos) virar as costas para a Web. E lá vai o estudo e o trabalho interrompidos por um tweet-que-aparece-no-face-com-uma-foto-no-instagram do tipo “veja o que estou comendo”. Alta relevância…

E de vez em quanto você se depara com um link legal, e daí resolve querer gritar para o mundo inteiro. Daí precisa clicar no botão de uma rede social.

Atribuo às redes sociais boa parte da chatice que ronda a Web dos dias de hoje. Todo fechamento, toda repetição, ausência de novidades, enfim… para mim, o Facebook é um dos maiores “Judas” disso.

Sei que você vai pensar em escrever nos comentários “que cara chato”. Mas se for isso, poupe-se, não vale a pena.

E o pior é que, como coelhos, sempre tem a mídia fomentando novas dessas pragas. A última foi o Pinterest. Lá vamos nós fazer uma conta no site que não iremos usar para nada, mas precisamos entrar no hype

Mas enfim, se fosse para ter um “fim do mundo” no dia de hoje desejaria que fosse das redes em que estou fazendo parte.