As grandes viradas tecnológicas na história dos videogames

Voltando a falar um pouco da história dos videogames (como fiz com o futebol em um post anterior), retomo o mote a partir de agora, porém falando em alguns momentos em que a tecnologia fez a diferença. Segue o texto. Continue lendo “As grandes viradas tecnológicas na história dos videogames”

Dica de software: OGMO Level Editor, editor de níveis para games

Logo OGMODica da semana: OGMO Level Editor, level editor de código-aberto para Windows. O OGMO pode ser definido como um editor de níveis de propósito geral para games que gera arquivos em XML.

No OGMO você trabalho no esquema de projetos, sendo que para cada projeto você pode criar níveis contendo objetos relacionados a um jogo. É muito fácil de usar, qualquer um se entende com a ferramenta.

É muito fácil trabalhar com o OGMO. E no editor de níveis você adiciona, aumenta/diminui e rotaciona imagens ou pode desenhar os tiles no grid.

Deixei de lado o Inkscape (tentei usá-lo como level editor) por causa de detalhes chatos, estava muito burocrático, e então passei a usar o OGMO. Estou satisfeitíssimo: o XML é fácil de entender, o editor é bem organizado, é gratuito e versátil. Ainda faltam recursos mas já está ótimo para uso.

Recomendo este tutorial (em inglês), mas se quiser ver outros confira na página do projeto.

Se desejarem mais detalhes ou um passo a passo, postem aí nos comentários. Até a próxima 😉

O sonho do “jogo perpétuo”

Acredito que todo desenvolvedor, designer, projetista de jogos e também jogador que vislumbrou um dia criar jogos já foi afetado pela fantasia do “jogo perpétuo”.

Pelo termo “jogo perpétuo” que acabei de criar entenda como uma referência ao moto perpétuo, aquele sonho (comprovadamente impraticável pela física termodinâmica, diga-se) de um mecanismo que consiga gerar energia infinitamente, sem precisar de uma força motriz (água, gravidade, calor, etc.) para fazê-lo funcionar. Conseguindo gerar mais energia do que consome, ele ficaria eternamente em funcionamento. Continue lendo “O sonho do “jogo perpétuo””

O fim dos “games bobos”?

Costumo ser visitante habitual de sites de games casuais, em especial do ArmorGames (famoso e meu favorito, e que, na minha opinião, tem os melhores jogos), do Kongregate e Miniclip (mais conhecidos). Não necessariamente para jogar – aliás, isso é o que menos estou fazendo por falta de tempo, o que não é desculpa, pois para alguém que deseja viver do desenvolvimento de games e leva isso à sério precisa experimentar e conhecer novos gêneros, experiências e outros. Continue lendo “O fim dos “games bobos”?”