Padrões Web – os resultados não combinam entre os navegadores

Deve-se reconhecer que os plugins são necessários (em muitos casos) quando se está criando para a Web. Já existem padrões Web (pela W3C) que oferecem recursos destinados à criação de gráficos e animações; porém seus usos esbarram na deficiência de muitos navegadores em suportar os mesmos. Abaixo, seguem exemplos de algumas questões. Continue lendo “Padrões Web – os resultados não combinam entre os navegadores”

O novo Flash Player vem aí, e muito melhor

Depois de ser acusado de lento, parece que a Adobe resolveu se mexer. Uma nova versão do Flash Player, ainda a ser lançada (versão 10.1 – Release), promete usar bem a placa de vídeo para geração dos gráficos (caso queira fazer o download para testar clique aqui). Isto significa que agora gráficos em 3D e em HD podem ser rodados com melhor desempenho.

Instalei para testar. Meu micro é um Celeron 1.6 com 1GB de RAM, e placa de vídeo GeForce com 256MB. Sim: preciso, e quero colocar um processador melhor, mas estou com uma má vontade “duca”, e não uso tanto 3D, por isso a placa de vídeo um tanto limitada. Continue lendo “O novo Flash Player vem aí, e muito melhor”

O lado bom das redes sociais

Lixo na lixeira
Lugar de lixo é na lixeira.

Quando alguém quer depreciar a internet o indivíduo se utiliza, muitas das vezes, das redes sociais como exemplo. Sites como Orkut, Facebook, YouTube – há quem considere-a uma rede social -, e Twitter (sendo este último mais um microblogging do que rede social), um antro de futilidade, de perda de tempo.

Porém, as pessoas sempre pegam mais os lados negativos do que os positivos. Não há dúvidas que há muita bobagem na internet, o que, aliás, lança a questão: o que pode ser considerado fútil? Um blog em que um adolescente fala de sua vida pessoal? Sim, isto pode ser fútil de fato, assim como não ser, uma vez que o ato de escrever treina a criatividade e o raciocínio…

Bancando o advogado de defesa, este meu post pretende mostrar o “lado bom” desses sites chamados de “redes sociais”. A seguir:

  • Orkut/Facebook – além do chamado networking, é possível usar os fóruns (ou comunidades, no caso) para aprendizado e troca de informações. Além disso, existem redes específicas para divulgação de currículo – é o caso do LinkedIn.
  • Flickr – para quem não manja muito (ou não gosta) de blogs este site de fotos é uma boa para quebrar o galho e abrigar portfólio de designers e fotógrafos.
  • Twitter – excelente para divulgação de novidades. Como há o limite de 140 caracteres e é fácil obter uma razoável popularidade, o serviço de microblogging é útil quando queremos compartilhar links de sites e dicas.
  • Blogger/Wordpress – blogs grátis também são uma boa para divulgar novidades e exibir portfólio. É claro que dá para fazer muito mais com alguma criatividade, como gente que, buscando uma vaga de trabalho, lança mão de um blog para mostrar sua personalidade e conhecimento.

Enfim, não dá para ver só o lado obscuro da internet. Os sites estão aí para você fazer uso deles da maneira como você achar melhor. O excesso de inutilidade encontrado é fruto da liberdade que só a Web disponibiliza. É uma questão de se separar o joio do trigo.

Morte ao Adobe Flash. Ou não.

Com o surgimento da versão 5 da linguagem HTML muitas dúvidas sobre certas coisas surgiram no ar. Uma delas é sobre o Adobe Flash. Se as inovações pregadas pela HTML 5 pegarem (o que inclui animações, vídeos, sons, e até 3D), o Flash será considerado obsoleto, ultrapassado.

Há uma discussão muito pontual. A pontualidade faz parte, não tenha dúvida. Sempre que houve internet existiu o Flash? Não. Mas existe o Flash? Sim. O Adobe Flash continuará a existir? Talvez. É uma discussão pontual? É, mas não é. Por quê? Porque é virtual. (Francisco Prado)

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3D no navegador – WebGL e JavaScript

Parece lance de futurologia, mas não é. O dia em que poderemos ter games em 3D, navegar por espaços em 3D e outras coisas (que precisem usar 3D) dentro do navegador (sem precisar baixar programas ou plugins) está bem próximo. E sem uso de Flash.

Ano passado foi lançado um padrão chamado WebGL. Ainda em desenvolvimento, esta especificação provê a geração de gráficos 3D dentro de navegadores Web. Continue lendo “3D no navegador – WebGL e JavaScript”