Por uma crítica de games mais crítica

Eu acesso com razoável frequência sites de críticas de games casuais, como o Gamezebo e TouchArcade. Considero ambos boas referências, visto que eles dão espaço para jogos de variados espectros, de grandes e pequenos estúdios. Mas não é disso que quero falar. Continue lendo “Por uma crítica de games mais crítica”

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Realmente eu nem tenho atualizado o Twitter, Facebook & cia mais há cerca de um mês. Também percebi que pessoalmente tenho piorado bastante.

Faz muito tempo que não saio de casa, coisas que tenho que fazer (como agendar um dentista ou simplesmente sair por aí) eu procrastino demasiadamente – estou para fazer uma coisa faz quase um ano e ainda não tomei iniciativa. Socialmente então pior ainda, praticamente não tenho conversado mais com ninguém. Profissionalmente, então, vou bambo, mas ao menos não estou totalmente no zero.

Essa semana pretendo começar a virar o jogo ao meu favor. Sem lamuriar mais. Por isso até estou escrevendo, como uma forma de ver a mim como se fosse um espelho. E a imagem não está nada boa.

Eu pretendo continuar  com o blog, o projeto dos games eu pretendo agregar mais pessoas ao projeto e como algo mais secundário.

Estou com uma ideia, mais envolvendo hardware, tenho focado nele bem, estudado bastante e esboçado até um plano de negócio (ainda a completar). É isso, de uma nota de zero a dez diria que estou no 6, nada excelente mas também bem longe do mais próximo do fundo do poço em que cheguei, três anos atrás.

E com fé que ainda postarei boas novas por aqui. Abraços.

 

 

Usando o Blender como um Level Editor simples – Tutorial

O Blender 3D é um software cheio de defeitos. Dentre estes poderíamos citar sua interface pouco amigável e curva de aprendizado longa. Mas em compensação há pontos fortes, como o fato de ser de uso gratuito, multi-plataforma e, na minha opinião, um dos mais interessantes: sua extensibilidade. Continue lendo “Usando o Blender como um Level Editor simples – Tutorial”

A web da qual sinto falta

Sinto saudades da Web dos sites novos, dos blogs e wikis. A Web, hoje, estranhamente se reduziu a um parque de diversões em que acessamos só uns cinco sites.

Estou para escrever este post há cerca de um mês, inspirado neste texto ótimo do Gizmodo, em que o autor explicita os descaminhos que a Web tomou (se não quiser ler todo o texto comece a partir da parte “De volta para o futuro”). Continue lendo “A web da qual sinto falta”