Scribus – impressões a respeito do programa de editoração opensource
Depois de uma postagem dedicada ao Gimp, vou descrever as impressões que tive a respeito de outro software código aberto, porém voltado a editoração eletrônica de documentos e bem menos popular: o Scribus.

Podemos dizer que o Scribus é um equivalente gratuito de programas como Adobe Indesign. Experimentei ele hoje, montando uma apostila de algumas páginas, usando fotos e texto. Tudo muito simples.
De início, me pareceu muito simples. Apesar de me bater com vários menus e janelas, para conseguir encontrar os recursos para formatações de imagens e textos, por exemplo, consegui me entender com o negócio. Ele se entende com vários formatos, incluindo SVG, Photoshop, EPS e HTML, e exporta arquivos em PDF, entre outros.
No entanto, percebi alguns bugs. Numa ocasião, o programa fechou sozinho devido a um erro no sistema. Em outra, a janela para seleção de imagem empacava. Mas enfim, nada que destrua a reputação do programa. Afinal, o Corel Draw, muito mais conceituado e pago, também tem seus problemas, como satirizado no funk abaixo, que rodou no Twitter semana passada:


Hum, agora fiquei com vontade de testar esse soft, ao que me parece ele dá pro gasto..quanto ao funk..hsaushaushaus ainda não tinha parado pra ver, muito loko..abraço Francisco!
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Comentário by Sérgio Rodrigues — 13 de julho de 2010 às 9:00
Olha só nunca tinha ouvido falar desse soft ai! vou chegar em casa e (se lembrar) testar! quanto ao funk kkkk num tinha ouvido ainda tbm, apesar de ver em tudo quanto é lugar!
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Comentário by Marcelo Carvalho — 13 de julho de 2010 às 15:51
@Sérgio – pois é, o Corel era meu programa favorito para edição. Dava de ombros até para as críticas (que ele travava muito). Mas um dia desses fui usá-lo e não quis iniciar (?!). Desinstalei.
@Marcelo – o Scribus não é nada popular mesmo. Só conheci via Wikipédia. No artigo sobre software livre há uma lista de softs por categoria. A melhor parte do funk é o barulho de travamento do Windows XP!
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Comentário by Francisco — 14 de julho de 2010 às 8:47