Usando o Twitter um dia desses, lembrei de uma matéria na revista Superinteressante de julho que tratava sobre a cobertura dos casos sobre a morte de Michael Jackson e dos protestos no Irã na nova “rede social”. Foi atribuÃdo ao Twitter o papel iniciador de um novo tipo jornalismo, muito melhor que o antigo.
Não sou jornalista (sou publicitário), e nem entendo muito do assunto, mas gostaria de saber a opinião de quem lê o blog sobre isso (acredito que boa parte dos que acessam o blog sejam da área).
Quando a internet surgiu, falaram que mudaria para sempre o jornalismo, pois as notÃcias agora seriam acessÃveis de todo o lugar, gratuitamente. Anos atrás, atibuiam aos blogs, com sua agilidade e possibilidade de comentários, a função de criador do jornalismo do futuro. Agora, temos o Twitter
.
Pois é, até agora, temos o jornalismo do futuro. Isto é, até não inventarem algo novo, que desbanque as mensagens em 140 caracteres. Coisa que é muito simples, pois, pela internet, e a custos baixos, consegue-se um alcance praticamente mundial.
Aà está: jornalismo do futuro. Invente já o seu!

No Senado e na Câmara, muita gente já foi – ou deveria ser, ou irá ser – cassada por “quebra de decoro parlamentar”. Não me lembro da primeira vez que ouvi essa expressão na minha vida, mas na certa terá sido quando ainda era criança.
Quebra de decoro parlamentar é um eufemismo para um conjunto de crimes que desobedecem ao decoro parlamentar, ou seja, a conduta que deve ser adotada por deputados e senadores.
Mas não penso que só exista esta expressão “difÃcil” que permeia pelo paÃs, seja na nossa polÃtica ou cotidiano. O José Simão, famoso colunista de humor da Folha de S. Paulo, lançou até um livro “No PaÃs da Piada Pronta”, que contém “verbetes” de tucanês, lulês e antitucanês. Para Simão, o tucanês é um “idioma usado quando a intenção é aumentar a importância daquilo que é dito ou mascarar a realidade com termos ‘difÃceis’”.
Será que a razão de nosso paÃs ter tantos problemas não advém dessa mania de diminuir o real tamanho dos problemas, de criar eufemismos não só na fala e escrita, mas de uma maneira geral? De fazer algo parecer aquilo que, de fato, não é? Será essa a origem de tanta impunidade?
Fica aà a sugestão.
Para dar um novo ânimo ao blog, vou montar um post menos autoral. Vou dar aqui dicas de programas legais que podem ser muito úteis.
No tÃtulo, coloquei a palavra “bárbaro” em vez de “legal” porque, além de serem legais, a palavra bárbaro vem dos povos bárbaros, aqueles que aterrorizavam o Império Romano invadindo e conquistando territórios. O que isso tem a ver com os softwares? Bem, é que alguns que vou indicar são, além de gratuitos (alguns são open source, ou seja, se você souber de programação, pode estudá-los e alterá-los), são subversivos. Como assim? Sem mais lero-lero, indicações abaixo: Leia mais »