Muita gente tem curiosidade de conhecer o sistema operacional Linux. Mas, para quem não é muito do ramo, teme ter que lidar com programas complexos, códigos esquisitos e tudo mais. Porém, com o lançamento da versão Ubuntu Linux, a experiência de se utilizar um sistema alternativo se tornou bem mais fácil e simples.
Tudo o que você tem que fazer é baixar o arquivo de imagem (.iso) do Ubuntu e então gravá-la num CD. Você pode rodar o Ubuntu direto do CD: o sistema irá ler o CD e “criará” o Ubuntu na memória do PC. Este método é interessante para quem só quer apenas conhecê-lo; por rodar do CD este método é lento e oferece recursos limitados (fraco desempenho).
Depois de quase oito meses, resolvi blogar sobre programas novamente. A seguir a lista dedicada à comentar e recomendar alguns programas que podem ser úteis (são para Windows apenas – se houver versões de algum deles para Linux ou Mac, favor comentar).
Com o surgimento da versão 5 da linguagem HTML muitas dúvidas sobre certas coisas surgiram no ar. Uma delas é sobre o Adobe Flash. Se as inovações pregadas pela HTML 5 pegarem (o que inclui animações, vídeos, sons, e até 3D), o Flash será considerado obsoleto, ultrapassado.
Há uma discussão muito pontual. A pontualidade faz parte, não tenha dúvida. Sempre que houve internet existiu o Flash? Não. Mas existe o Flash? Sim. O Adobe Flash continuará a existir? Talvez. É uma discussão pontual? É, mas não é. Por quê? Porque é virtual. (Francisco Prado)
Parece lance de futurologia, mas não é. O dia em que poderemos ter games em 3D, navegar por espaços em 3D e outras coisas (que precisem usar 3D) dentro do navegador (sem precisar baixar programas ou plugins) está bem próximo. E sem uso de Flash.
Ano passado foi lançado um padrão chamado WebGL. Ainda em desenvolvimento, esta especificação provê a geração de gráficos 3D dentro de navegadores Web.
Bom pessoal, nos próximos tempos eu não poderei montar uma postagem mais trabalhada para o blog. No entanto, deixo aqui uns links dedicados ao Chrome (o navegador Chrome e o Chrome OS, o sistema operacional do Google que roda na “nuvem”).
Google Chrome (navegador)
Chrome 5 dev (versão de desenvolvedor) (link para versão para Windows): esta versão foi liberada pelo Google, mas ainda não é a chamada versão “estável”. No entanto, é muito mais bacana que a versão 4, pois já conta com boas mudanças, como o suporte a add-ons Greasemonkey, que são criados para Firefox, mas agora o Chrome 5 consegue rodar (veja o último tópico). Só uma porcentagem deles funciona, pois foram feitos para o Firefox, mas mesmo assim já é mais um golpe no navegador da raposa. Só clicar em “Instalar” na página e pronto.
Criando extensões para Chrome (em inglês): tutorial do Google – e parece bem completo – dedicado a ensinar a criar uma extensão para o browser. Basta saber desenvolver em JavaScript, CSS e HTML.
Usando extensões do Firefox no Chrome 5 dev: como citado no primeiro tópico, a versão de desenvolvedor suporta scripts Greasemonkey, extensões que servem para dar ainda mais funcionalidades para o navegador. Só alguns rodam em Chrome. Para instalar é só selecionar a extensão e clicar em “Install”. Não é necessário reiniciar o navegador.
Chrome OS (sistema operacional)
Experimentando o Chrome OS: postagem do site Superdownloads ensinando a você como experimentar o sistema operacional do Google sem esquentar muito a cabeça, rodando ele através de uma máquina virtual.
Muito se fala no Kindle, e muita gente considera o recém-lançado iPad, da Apple, como um novo e-reader – sendo que, na realidade, trata-se de um tablet, que está mais para um misto de iPhone e notebook do que para um leitor digital propriamente dito.
E-reader é como chamam esses aparelhos que se destinam a facilitar a leitura de e-books/ebook (livros digitais que podem estar em formato PDF, etc.) e se utilizam de uma tecnologia chamada E-Ink, um recurso diferente dos tradicionais LED e CRT e que procura simular a tinta do papel, fazendo assim que se canse bem menos a vista do que se lendo por um monitor de computador. Sem falar, é claro, na praticidade: é possível levar uma biblioteca inteira na memória, baixar conteúdo pela internet, e muitos outros.
Ícone do navegador Google Chrome (fonte: Blogs - Diário de Pernambuco)
Não são só os navegadores Mozilla Firefox e o Opera que suportam complementos (ou extensões, ou ainda “plugins”). O Google Chrome passou a suportar complementos com a versão 4. É a versão 4 que suporta extensões (as outras, não).
Muitos complementos ainda não têm a diversidade nem a qualidade das extensões disponíveis para Firefox. Mas nem por isso é possível deixar de experimentar as extensões do Chrome, bem mais leves (assim como o próprio navegador) do que a de seus concorrentes.
postado por Francisco em 22/01/2010, marcado como Blog
Para dar um alento ao blog/site fiz uma arte para o cabeçalho. Ao melhor estilo “grunge” (o estilo do sr. David Carson, que consiste nesses layouts bem “sujos”).
Não sou fã do estilo mas esta aí. E é só isso mesmo…